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14 de abril de 2009

À Prova de Morte

Titulo Original: Death Proof

País de Origem: EUA
Gênero: Terror
Ano de Lançamento: 2007
Diretor: Quentin Tarantino

Oito mulheres sensuais (em dois momentos diferentes, divididas em grupos de 4) versus um homem, um dublê assustador que usa suas habilidades com carros para executar seus planos de assassinato. Essa é a premissa básica da parte do Tarantino em Grindhouse.

No primeiro momento, Jungle Julia (Sydney Tamiia Poitier), a DJ mais sexy de Austin, junto com suas duas melhores amigas Shanna e Arlene (Jordan Ladd e Vanessa Ferlito, respectivamente) saem à noite para se divertir e divertir os freqüentadores masculinos dos bares e boates do Texas. Os atributos físicos das três acabam atraindo a atenção de todos, porém nem toda a atenção é inocente. Cobrindo de perto os movimentos delas está ‘Stuntman’ Mike (Kurt Russell), um rebelde inquieto e temperamental dublê que se esconde atrás do volante do seu carro indestrutível.

No segundo momento, outro grupo de 3 amigas, Abby (Rosario Dawson), Kim (Tracie Thoms) e Lee (Mary Elizabeth Winstead) estão presas em uma cidade do interior trabalhando na realização de um filme. No caminho para o aeroporto onde vão receber a 4ª amiga, a Zoe (Zoe Bell), elas param numa lanchonete e é aí o primeiro contato que temos com elas. Depois do encontro com Zoe e durante um almoço elas descobrem o motivo da real visita da amiga. Fazer um “test drive” em um Dodge Challenger de 1970 que está à venda na cidade. É durante esse test drive que a segunda parte do filme acontece e que descobrimos que mais uma vez, ‘Stuntman’ Mike (Kurt Russell), veio ao mundo para dar trabalho, principalmente às mulheres.

O hiato de 3 anos sem dirigir um filme deu animo para mais uma produção cheia de violência, morte, mulheres sensuais, sangue, mais violência e mais morte (se tratando do Tarantino, não dava pra esperar algo diferente, e eu não estou reclamando). O filme tem o estilo dele em tudo, desde a escolha da trilha sonora até o sangue que jorra de um ferimento. Todos os ingredientes que associamos ao cinema dele estão ali. Até as referências, que de tão clássicas, ninguém além dele as conhece, estão ali.

Na minha humilde opinião, o Tarantino está no hall dos caras que vale a pena ver tudo que tenha o dedo, e confesso que a maioria dos projetos dele me agrada. E dessa vez não foi diferente, Death Proof é diversão certa. Concordo com quem achar que faltou mais roteiro, essa é a parte do filme que menos atrai. Em termos de diálogos achei os do segundo grupo de amigas, mais afinados e divertidos, porém nota-se que a intenção do filme é pouco diálogo e mais ação mesmo. E nisso ninguém pode reclamar, na primeira parte tem a cena de batida de carro mais cool que já vi no cinema, incluindo aqui a batida do bonde que transportava a Frida Kahlo em “Frida”, e na segunda parte presenciamos uma das cenas de perseguições mais legais ever, não falo só da cena em si, mas de todo o contexto, não dá pra falar muito sem tirar a surpresa de quem não viu. Aliás é com essa deixa que eu aviso: vale a pena.

Cotação: 8,0

12 comentários:

pedro tavares disse...

Acho que esse filme não leva a risca a proposta inicial de "Grindhouse" e Tarantino parece segurar em sua própria fama para tirar as boas críticas usando os já conhecidos elementos pop. Funciona né? Mas...parece que falta algo.

abração Marcel!!

Matheus Pannebecker disse...

Esse é muito melhor que "Planeta Terror"!

Kamila disse...

Marcel, este filme continua inédito no Brasil?? Quero muito vê-lo!!!

Marcel Gois disse...

Pedro, concordo com você quanto ao filme não levar à risca a proposta. 'Planeta Terror' levou a brincadeira mais a sério. Mas gostei mais do Tarantino.

Matheus, também gostei mais desse. E amanhã postarei a review de "Planeta Terror"

Kamila, eu acredito que sim. No site da Europa Filmes ele não está na lista de filmes lançados no cinema nem em DVD. =/

Vulgo Dudu disse...

Na minha opinião, esse é o filme mais bacana (veja, não escrevi que é o melhor) do Tarantino. Minha empatia com ele é amplificada pelas referências e homenagens aos exploitations! Como os filmes de Russ Meyer, um dos meus diretores prediletos. Se você gostou das cenas de perseguição, veja Faster, pussycat! Kill! Kill!, do Meyer, e confira de onde Tarantino tirou inspiração. Ah, e discordo de quem concordar que faltou roteiro!

Abs!

Vinícius P. disse...

Acho que nunca me decepcionei com um filme do Tarantino e achei "À Prova de Morte" sensacional - apesar de não superar os dois "Kill Bill". A cena da perseguição é uma das coisas mais empolgantes que já vi!

Airton disse...

opaa
eu num curto essa fase do tarantino
legal seu blog

intaum tenhu um blog de publicidade e cinema da uma olhada se quize vira seguidor ou parcero...


http://publicandobr.blogspot.com

Airton disse...

eae blz
cara aki nu seu blog num tem como eu vira seguidor:???
vira seguidor la nu meu
... heheh
vo te add no twitter me add la acabei de faze num sei mexe mto
shaushaushaus

Marcel Gois disse...

Dudu, valeu pela dica, vou procurar esse filme do Russ Meyer. =)

Vinícius, até agora também posso dizer que não me decepcionei com o Tarantino. Meu preferido continua sendo Pulp Fiction, mas os dois Kill Bill são ótimos tb!

Airton, já dei uma passada no seu blog e também já adicionei ele aqui no Blogroll. Já to te seguindo no blog e no twitter tb =D kkkkk

Pedro Henrique disse...

Eu dou nota 7.5 pra esse. É o filme menos bom do Tarantino.

Red Dust disse...

Tarantino não tem filmes fracos, mas este é um pouco irregular, apesar da estética interessante apresentada.

7/10.

Abraço.

Marcel Gois disse...

Pedro Henrique, não vi todos do Tarantino ainda (falta Jackie Brown, Grande Hotel e My Best Friend's Birthday), mas dos que já vi, esse realmente está na última posição, porem longe de ser ruim. Só aconteceu de achar os outros melhores mesmo.

Red Dust, concordo com seu comentário, só a nota q a minha foi mais alta, mas mesmo assim a diferença foi pouca. =) abraço!