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4 de julho de 2009

Rapidinhas #1 | Séries

Brothers & Sisters [3ª Temporada]

Tenho uma paixão especial por essa série, por ser a primeira que eu 'descobri' sozinho (já que até então todas que eu assistia na época era indicação de alguém) e ainda viciei alguns amigos nela. Nessa 3ª temporada tivemos várias reviravoltas na trama, como de costume, seja envolvendo membros da própria família Walker, ou agregados da família (o que não falta, btw), ou até mesmo a empresa da família que nessa temporada teve uma atenção especial tanto envolvendo a Sara quanto o Tommy e além de tudo isso, como não podia deixar de ser, fomos presenteados, no decorrer da temporada com muitas das cenas típicas dos Walkers: as reuniões em família, que sempre acaba em briga e eu adoro! E já que falei no Tommy, vale apena tocar no assunto, creio que ele seja um dos personagens mais odiados da série e acredito que a possível saída dele até alegrou alguns fãs, inclusive eu, mas já nem sei mais se isso vai rolar ou não soube que ele volta para 4ª temporada, é esperar pra ver. O Kevin segue sendo meu personagem preferido, a interação dele com qualquer um dos outros personagens rede boas cenas, mas como toda regra tem sua exceção, odeio quando a cena é entre ele e o Tommy, boring! Mas enfim, o que importa mesmo é que a temporadas foi excelente, lógico que sempre rola um episódio mais fraco aqui e outro ali, mas no geral essa foi pra mim melhor que a segunda, só perdendo para a primeira. E já estou com saudade.

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How I Met Your Mother [4ª Temporada]

A descoberta dessa série foi uma maravilha também, quando eu comecei a assistir já tinha rolado 2 temporadas completas e a 3ª temporada já estava em andamento. Achei a primeira temporada excelente, fiquei viciado logo de cara e quando assisti a segunda e a terceira vi que a coisa era mais genial do que eu pensava. Mas acho que tanto hype em cima da série não fez muito bem, já que essa 4ª temporada teve sua qualidade comprometida ficando repetitiva e arrastada e isso graças inclusive ao plot principal da série, a história sobre que é a mãe dos filhos de Ted. Não sei se foi impressão minha, mas senti que o Barney foi nessa temporada mais coadjuvante do que nunca, mas ainda assim o Neil Patrick Harris dominou a temporada. A Lily que é pra mim a melhor personagem depois do Barney, apareceu bem pouco do meio para o final, devido a gravidez da atriz, mas voltou para gravar o último episódio que por sinal foi bem qualquer coisa. Não teve nada demais. Ted é pra mim o personagem mais chato e, como eu já falei, aqui no blog, o lenga-lenga do com a Stella era uma das coisas mais chatas ever. Mas enfim, no geral a história principal desenvolveu pouco mas tivemos várias novas informações a respeito dos personagens além de muita história sem-noção ponto que a série sabe trabalhar bem e que também já é de praxe. Continua divertida mas só achei a renovação merecida pelo simples e único motivo de terminar o que começou, já que não foi dessa vez que ficamos sabendo como o Ted conheceu a mãe dos filhos dele.

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Gossip Girl [2ª Temporada]

Vi muita gente falando não tão bem dessa temporada de Gossip Girl e até falando mal mesmo, mas eu particularmente gostei. A série manteve o nível da temporada anterior, e até superou em alguns episódios, continuou com tudo o que teve de bom na 1ª temporada, festas, fofocas, intrigas, manipulação, mais fofocas, novidades e mais intrigas. Mas infelizmente ainda fez render no lenga-lenga entre o Dan e a Serena, para não perder o costume. Deixou o Nate com ares de 'garanhão' e o o Chuck com ares de garoto apaixonado mas que não dá o braço a torcer, o que não colou. Mas a Blair tendo seus momentos de lucidez, apesar de poucos, deu um tom de realidade à vida tumultuada da adolescente. O caso dela com a realeza podia ter rendido mais, mas tudo bem, o caso da Serena com o pseudo-vigarista foi clichê, mas quem se importa a série é guilty pleasure total, então a gente releva certas coisas. A 'Little J' continua mal aproveitada na série e a Lily e o Rufus tiveram um aproveitamento desnecessário. Sinceramente prefiro uma coisa focada nos adolescente, mais puxada para o lado de Skins, do que uma coisa envolvendo família, tipo OC (RIP), mas que eu adorava btw. Mas enfim, apesar dos pesares eu achei que a série teve sim uma temporada interessante e a volta de personagens como a Georgina é sempre válido. Dá um gás extra na trama o que só ajuda. xoxo. GG.

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The Big Bang Theory [2ª Temporada]

Essa eu posso dizer que é uma das melhores séries de comédia do momento, para mim. Já tinha esse título na 1ª temporada e voltou com tudo 2ª temporada conseguindo manter o título e até superar no grau de genialidade. Uma das poucas séries que ainda consegue desenvolver bem todos os personagens e até os recorrentes, que entram e saem sempre por bons motivos, e o melhor tudo de forma MUITO engraçada. Sheldon como sempre roubou todas as cenas possíveis, desde o primeiro episódio, com a cena dele dopado, até o final da temporada conseguiram mantê-lo em um nível que personagem nenhum da série chegará, me arrisco a dizer isso sem medo. Todas as 'nerdices' e problemas no relacionamento entre os nerds e as 'pessoas comuns' estava ali, inclusive o que foi a a cena do primeiro abraço "sincero e não forçado" do Sheldon no episódio de Natal, impagável!!! Assim como foi bem legal também ver a Penny num momento de 'nerdice aguda' viciada em um jogo de RPG, eu acho, graças a eles, óbvio. Leonard, Wolowitz e Koothrappali também se mantiveram num bom nível apesar de sempre abaixo dos outros dois (Sheldon e Penny), pra mim. Mérito para os criadores e roteiristas da série que fazer um excelente trabalho. Aliás, espero que nessa temporada de premiações a série tenha o reconhecimento merecido! Por que merece e não é pouco!

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30 Rock [3ª Temporada]

Depois de duas excelentes temporadas, a série voltou cheia de participações especiais para a tão aguardada 3ª temporada. Megan Mullally, Oprah, Jennifer Aniston, Steve Martin, Selma Hayek, enfim, um batalhão de famosos que brigavam pra aparecer na série. E esse número de participações não parou por aí, aumentou consideravelmente ainda no episódio final com a genial música da campanha para conseguir um rim para o o pai do Jack, com Cyndi Lauper, Norah Jones, Wyclef Jean, Mary J. Blige, Sara Bareilles, Rachael Yamagata e Adam Levine, apenas alguns dos nomes desse episódio. Mas enfim, falando da temporada em si, é só elogios. A série contou com ótimos episódios, graças ao trabalho em equipe espetacular, um roteiro bem escrito, com a dose certa de humor, um humor ácido e crítico ao mesmo tempo que de muito bom gosto, aliado a uma direção competente e uma equipe de atores que sempre fazem bonito em cena. A Fey continua fazendo um grande trabalho não só atuando como escrevendo também, os personagens continuam bem aproveitados, ganhando um desenvolvimento satisfatório para a trama, e o mais legal é ver que a série está chegando na sua 4ª temporada e com um excelente pique. É continuar com o bom trabalho que a série está no caminho certo, e a quantidade de prêmios que já ganhou e ainda vai ganhar estão aí pra não me deixar mentir!
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20 de maio de 2009

Chuck | Renovada para 3ª Temporada

Comecei a assistir Chuck quando a primeira temporada já tinha acabado. Mas tenho certeza que se tivesse acompanhando regularmente desde que a série começou nos EUA, teria desistido por dois motivos, primeiro pelo número de séries que eu acompanho e segundo por que a série não me 'fisgou' logo de cara, só vi toda a primeira temporada por que já estava com ela toda no gatilho só esperando para ser disparada. Mas ainda bem que foi assim, por que eu não me arrependo nem de ter visto essa primeira temporada e muito menos de ter encaixado 'Chuck' na minha tumultuada lista de séries.

A temporada nova pra mim começou bem morninha e até repetitiva, confesso que até esperava mais, porém com o andamento da coisa, apesar de ainda repetitiva, a série começou a ficar cada vez mais empolgante, e me prendeu com excelentes episódios como, por exemplo, esses 4 últimos episódios exibidos no mês passado nos EUA. Chuck encerrou mais uma temporada com um resultado mais do que satisfatório e provando que ainda tem fôlego para mais 1 ou 2 temporadas, pelo menos!

O pseudo-romance entre a Sarah e o Chuck ainda está difícil de acontecer. Não foram poucas as vezes, nessas duas temporadas, em que tivemos, de ambas as partes, a confirmação de que o romance tem tudo para acontecer, mas por alguma razão alheia a vontade deles, a coisa não sai do 'pseudo' para o real. Confesso que já me peguei algumas vezes chateado com isso, queria mais era que eles ficasse juntos logo, mas nem sempre as coisas são como a gente quer, neh? kkkkk e mesmo separados, esses dois rendem ótimos momentos. Os outros casais da série também renderam excelentes momentos, a Anna e o Morgan começaram namoro, acabaram namoro e até quase foram morar juntos. Ellie e Devon, apesar de sempre renderem mais quando separados foram juntos, responsáveis por um dos melhores episódios da série. O season finale, o episódio do casamento dos dois, mas como eu disse mesmo nesse episódio, as melhores cenas dos personagens eram quando estavam interagindo com outros personagens.


E aliás, uma das coisa mais legais na série é justamente a atenção que os roteiristas dão aos personagens secundários. O Jeff, o Lester, o Big Mike e até o Emmett renderam ótimos momentos nessa temporada. E pra se ter uma idéia de como o roteiro desenvolve bem a trama, basta lembrar que o Bruce e a Jill, apesar de pouco aparecer, vez ou outra dá as caras em um episódio e nunca é por acaso. Quer mais legal que uma série que vai além de só 'derramar' uma penca de personagens e não desenvolve nem metade? Ou quando o faz, não faz de forma satisfatória?

Mas então, se você quis algo mais cool e moderno Chuck também atende seu desejo, tente o episódio 12 dessa segunda temporada, foi o que quebrou o jejum do hiato de fim de ano e btw, quando assistir lembre-se dos óculos 3D por que o episódio Chuck Versus the Third Dimension é literalmente com a tecnologia em 3ª dimensão!! Além Essa temporada foi recheada de participações legais. Na 1ª temporada a ex-The OC Rachel Bilson deu as caras na série e nessa temporada foi a vez da Melinda Clarke (Julie Cooper), aparecer também. E além dela a Nicole Richie, o excelente Tony Hale (Arrested Development) que virou personagem recorrente na série, Gary Cole (The West Wing), Dominic Monaghan (Lost), Jenny McCarthy, Arnald Vosloo (A Múmia), Scott Bakula e Chevy Chase entre outros. Não bastasse tudo isso a série ainda terminou de forma super empolgante.


E é com muita satisfação que eu mudo a parte final do meu texto de um pedido desesperado de SAVE CHUCK, para a notícia de que a série ganhou uma terceira temporada. Notícia um pouco atrasada, eu sei, mas não menos entusiasmada do que se tivesse vindo na hora que anunciaram. Depois de 02 meses de campanha "Save Chuck" os fãs conseguiram que a série ganhasse uma terceira temporada, a NBC anunciou mais 13 episódios, em parte graças ao contrato de um novo patrocionador da série, a rede de restaurantes "Subway", que ao que tudo indica será onde a Sarah conseguirá o novo emprego!

Chuck deve voltar para uma terceira temporada em Março de 2010.
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28 de fevereiro de 2009

Séries | Um apatralhado, um mentalista e um detector de mentiras humano.

Worst Week - Em uma oportunidade anterior, eu comentei sobre essa série aqui no blog, até então eu tinha visto apenas 2 episódios e minha primeira impressão, àquela altura, foi a de que a série poderia cair na mesmice devido ao material limitado da sinopse. Confesso que depois de ter assistido todos os 15 episódios da primeira temporada a impressão é a mesma! Em todos os episódios Sam está sempre tentando agradar os sogros mas a única coisa que ele consegue fazer é atrair desastre, e principalmente quando está perto deles (dos sogros)! Mas então neh, que ele é mega apatralhado todo mundo já sabe, aliás, desde o piloto eu já sabia disso. Ou melhor, desde a sinopse eu já sabia! rs. Os episódios parecem seguir uma fórmula: Sam com a Mel no começo e tudo aparentemente dando certo. Chega os pais da Mel e a situação muda de figura começando a dar tudo errado! Sam se dispõe a consertar o erro e tudo começa a dar mais errado ainda. No final todo mundo percebe que está na hora de outra pessoa tomar a dianteira do problema, aí é quando tudo começa a dar certo, ou então acaba sem alguém tomando a dianteira mesmo! Quando muda muito, é por que aparece alguma amigo do Sam ou então a irmã ou o cunhado da Mel no episódio. That's All! A série em si é divertida, tem um elenco bacana e sendo curtinha não chaga a cansar tanto. É fato que não tem diálogos geniais, mas também isso não é o tipo de coisa que se espera de uma série desse tipo. Não ficaria surpreso se o título aqui no brasil fosse: Um Atrapalhado no Pedaço! Faria jus a storyline. kkkkkk E só para encerrar, os fãs dela que me desculpem, mas essa é o tipo de série que merece uma temporada só! O final dela foi redondo e serviria perfeitamente como um series finale. Inclusive nem sei se a CBS já decidiu se continua ou não com a série. Por mim parava aí.


The Mentalist - Assim como Worst Week, essa é uma série da CBS e que eu também já comentei sobre, aqui no blog. Essa foi a grande surpresa dessa temporada até agora, marcando picos no ipobe de mais de 19 milhões de telespectadores. E não parou por aí, ela ainda se tornou a única novata, desde de a época em que Desperate Housewives era novata, a conseguir ficar em primeiro lugar na avaliação dos episódios da semana com "Flame Red" exibido no dia 2 de Dezembro de 2008. Agora, cá entre nós, ok, a série é boa, mas foi só eu ou mais alguém aí também não entendeu o motivo de tanta badalação? Eu até achei que ia me surpreender cada vez mais com os episódios da série, achei que eles iam seguir uma linha diferente das séries de investigação que pulam de um caso para o outro a cada episódio. Achei que eles iam dar uma atenção a mais para a storyline do Red John, que infelizmente até agora, depois de 15 episódio, ainda está muito mal desenvolvida. Sem contar que além do Patrick, mais ninguém ali tem família né? E nenhum deles tem vida social! O Wayne tem uma quedinha por Grace mas os episódios passam e nada de romance, o negócio está virando quase uma paixão platônica já! Pô, está na hora de começar a desenvolver melhor os personagens né? A série tem potencial, só que pra mim, não estão sabendo usar direito esse potencial. Mas enfim, continuo na esperança de que a coisa engrene e ela faça jus a tanta audiência.


Lie to Me - É mais uma novata, mas essa é da Fox. Começou a ser exibida em Janeiro e até agora, com 4 episódios exibidos, a série manteve uma média de 12,5 milhões de telespectadores. A série fala basicamente sobre o estudo da linguagem corporal, uma área ainda em desenvolvimento e que enfreta preconceito dos mais cientistas céticos que acreditam ser esta uma área inútil da ciência. O piloto da série conseguiu se manter interessante durante os 45 min de exibição, graças ao ritimo ágil dos acontecimentos e do uso de alguns recursos como 'provar' que de fato aquelas expressões são verdadeiras e fazer isso da formal mais pop possível, com imagem de personalidades, que vão desde Hannah Montanna à Rainha da Inglaterra num piscar de olhos, se expressando por meio de cara, bocas e gestos. Dr. Carl, um estudioso da área, considerado por muitos um detector de mentiras ambulante, nada passa despercebido por ele, junto com sua amiga Drª. Gillian Foster comandam uma espécie de consultório onde realizam seus estudos e atendem seus clientes, utilizando das técnicas por eles descobertas ou aperfeiçoadas para descobrir pistas e desvendar os mais diversos casos. O roteiro bem escrito, sem muitos exageros, mesclando momentos de suspense e momentos mais descontraídos de forma sutil, falando de um tema difícil, mas de forma simples torna o conteúdo acessível. O elenco é eficiente, com Tim Roth muito bem no papel principal, Kelli Williams também em um ótimo trabalho, Brendan Hines ficando com o núcleo descontraído da história e Monica Raymund completando a equipe como uma policial que nasceu com o dom da percepção, diferente do Dr. Carl, que teve que se aperfeiçoar atráves dos seus conhecimentos na área para chegar onde está hoje. Por enquanto, pelo que eu vi, eu recomendo e digo que vale a pena. Mas vamos ver como a série se sai mais pra frente.



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E também por enquanto vou me limitar a falar dessas três séries, depois escrevo aqui minhas impressões sobre Dollhouse, que até agora só vi 1 episódio, quero ver mais para ter certeza sobre a minha opinião, a primeira impressão foi: boring! E ainda quero começar "The Beast" e "Trust Me". Mas como disse, essas ficam para um post futuro.

Fora isso eu quero deixar registado aqui a minha indignação com a ABC, puta merda hein!? Cadê os episódios finais de Pushing Daisies, Dirty Sexy Money e Eli Stone??? Li no Caldeirão de Séries que os episódios de Pushing Daisies serão exibidos em um Festival em LA, é esperar que vazem de lá. Mas eles falam ainda que a emisora ainda nem sabe SE vai exbi-los um dia! Falta de respeito hein?! Quero o final das três, se é para acabar que acabem logo!!!
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16 de fevereiro de 2009

Season Premieres #14 | Skins

Sabe quando Malhação começou e foi aquela febre imediata? Da mesma forma que Beverly Hills 90210 (a.k.a. Barrados no Baile) nos EUA – e no mundo, a bem da verdade. Até mesmo porque, foi o início de um gênero que teria muuuuuitos filões pela frente: as séries adolescentes. O sucesso e a qualidade das mesmas, cada uma em suas determinadas proporções, é inegável. Isso, claro, tratando-se das séries originais: Barrados e a ACADEMIA Malhação. Os temas atuais, polêmicos e que ajudavam os pais a discutir certos assuntos espinhosos com os filhos, marcaram época e estabeleceram um gênero. Entretanto, com o passar do tempo, as histórias de Malhação passaram a se repetir e hoje em dia nós temos os mesmos personagens sempre. Pra piorar, os atores são sofríveis – em sua maioria. A mesma coisa acontece com o spin-off de Barrados - 90210, exibido atualmente pelo CW norte-americano. O mais interessante da série são justamente as participações dos atores da versão original, reprisando seus papéis.

Todo esse prólogo pra uma coisa: poderia SKINS, uma série GENIAL e completamente inovadora desse gênero, se perder da mesma forma em sua terceira temporada?

Skins é uma série inglesa de adolescentes, completamente oposta a todas suas predecessoras. Sexo quase explícito, uso de drogas em abundância e vida completamente desregrada marcam TODOS os personagens. Cada um extremamente complexo e desenvolvido de forma genial, com atuações em sua maioria muito boas. Isso, claro, as duas primeiras temporadas, com Tony, Sid, a esplêndida Cassie e todos os outros. Pra terceira temporada, os produtores CHUTARAM todos e trouxeram uma outra turma, completamente nova de adolescentes perturbados, liderados por Effie – irmã de Tony, que junto com a Pandora tornam-se as únicas que já haviam aparecido na série. Será que isso poderia fazer com que a série se perdesse? A princípio, um pouco.

Assistindo o season premiere, conhecemos Freddie, Cook, JJ, Katie e Emily (gemeas) e Naomi. Além de Effie, claro. De todos, Effie é de longe a mais interessante. Misteriosa e completamente perturbada, provavelmente vai exercer o mesmo papel de seu irmão bem, sendo a futura líder do grupo. Vendo os outros, achamos velhos conhecidos: JJ é o novo Sid, nerd virgem; Pandora é uma tentativa de fazer uma Cassie mais abobalhada – e pior; Cook é um Charlie (que era brilhante) mais perturbado, e exagerado. Naomi é a quota de personagens gays – aparentemente – que era de Maxxie. A puta popular da escola da vez é Katie, no lugar de Michelle. Freddie e Emily, certinhos demais (tão certinhos que eu não sei o que fazem em skins) ainda não mostraram a que vieram. Apesar disso tudo, Skins ainda prende minha atenção. O mundo complexo da adolescencia inglesa é interessante demais pra não permitir que isso aconteça. Resta saber se só a premissa da série vai ser suficiente pra me prender pelo resto da temporada. Por favor, roteiristas, uma reviravolta, já. Salvem Skins.

PS nada a ver: Boa sorte pra mim, que começo meu estágio na TIM hoje! YAY!
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1 de fevereiro de 2009

In Treatment - Sophie



Fazer terapia atualmente é praticamente elemento obrigátorio do dia-a-dia de quase todo mundo. Com todo o stress da rotina das pessoas hoje, com tanta informação junta numa velocidade absurda, com todos os conflitos, nada mais compreensível do que a necessidade de expressá-los. Entretanto é um assunto ainda alvo de muitos tabus. Por mais que o século XXI avance, a terapia continua a ser tratada por muitos como "coisa de maluco".

Porém, a nossa sociedade está cada dia mais ligada à curiosidade sobre o que acontece com a vida alheia. A cultura às celebridades só faz aumentar, com paparazzis se matando por uma foto de uma certa cantora de cabelos raspados ou de uma certa outra com resquícios brancos em suas narinas: tudo isso em nome da enorme curiosidade que todos temos pela vida dos outros. Não fosse por isso, reality shows como big brother não fariam o sucesso que fazem. Levando isso em conta, o tema da série da HBO In Treatment se mostra tão coerente com a sociedade contemporânea que é até possível se perguntar como que ninguém havia pensado em fazer algo neste formato antes: afinal, quem não gostaria de saber todos os segredos e problemas ouvidos por um psicólogo em seu consultorio. E mais, quem não gostaria de ver o próprio psicólogo sendo consultado? É uma proposta que tem tudo pra dar certo, mas tem seus enormes riscos: Ter um cenário limitado a um consultório e o núcleo de atores resumido a dois, geralmente, é extremamente ousado. O texto e as atuações precisariam ser brilhantes. E são.

Em especial, a menina do título e da foto. Sophie, vivida pela protagonista da nova versão de Alice, no país das maravilhas de Tim Burton ainda a ser lançada, Mia Wasikawska, é tão intrigante e misteriosa que você não consegue simplesmente não assistir a sua proxima sessão. A menina é uma ginasta de 15 anos que chega ao consultório de Paul (Gabriel Byrne, justamente aclamado e premiado pela crítica) com seus dois braços quebrados após ter sido atropelada. Os médicos da menina temem que ela tenha, na verdade, se jogado na frente do veículo e, por via das dúvidas, mandam-na para uma avaliação psicológica. A partir daí, Sophie se mostra tão absurdamente complexa que chega a perturbar o próprio Paul - como vemos em suas sessões com Gina. Resumir sua mente a uma possível suicida é subestimá-la.

Mia carrega uma profundidade no olhar que te dá medo. As expressões da menina perturbada por experiências a frente da sua idade juntamente com os econômicos, porém extremamente calculados, movimentos, fazem da menina um dos talentos mais "assustadores" (e injustiçados, já que não conseguiu nenhum Emmy ou Globo de Ouro pelo papel - ainda) vistos na televisão recente. Apesar de todos os personagens da série da HBO (que já garantiu uma segunda temporada) serem extremamente interessantes, nenhum deles é tão inteligente, bem construído ou viciante como Sophie.
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26 de janeiro de 2009

Season Premiere #13 | Damages

Damages era a série que eu mais esperava para 2009. Sorry, J.J., gosto muito de Lost! Mas é verdade. Depois da primeira temporada super bem feita e aliado à relativa demora para o retorno da temporada, minha curiosidade só aumentava. Lá nos EUA já foram exibidos 3 episódios da segunda temporada da série. (Eu tentei escrever evitando o máximo de spoilers possível, mas nunca se sabe, o que pode ser um spoiler importante pra vocês, pode não ser pra mim, então é colocar sua conta em risco rs)

O 1º foi "I Lied, Too", começa no mesmo esquema da temporada passada, a Ellen está em um lugar até então desconhecido, fazendo um monólogo de ameaça para alguem que está com ela nesse lugar e quando ela saca uma arma, corta a cena e voltamos 6 meses para começar a entender como ela chegou àquele ponto. Bom, em um resumo rápido e sem muitos spoilers, a Ellen, como já sabemos, está trabalhando com a Patty só para ajudar o FBI numa investigação, então para fazer a dançar no ritmo deles, a Ellen mostra para a Patty um caso que eles escolheram pra ela, sobre mortalidade infantil, que ela aceita de primeira. Mas ao mesmo tempo, Daniel Purcell (William Hurt), que já conhece a Patty há quase 20 anos, aparece deixando com ela uns documentos para ela guardar, documentos esses que provam a fraude em uma corporação que ele costumava trabalhar, alguma coisa a ver com o nível de mercúrio na água em West Virginia, devido a queda de chuva ácida provisoriamente da queima de carvão de uma indústria ligada a essa corporação.

É quando a advogada da corporação, Clarie Maddox (Marcia Gay Harden) entra em ação, no episódio "Burn It, Shred It, I Don't Care", e é quando a Patty decide manter apenas esse caso recusando o da mortalidade infantil, para o desespero de Ellen e do pessoal do FBI. Nesse episódio ainda sabemos que a Ellen começará a se envolver com um homem, Wes Krulik (Timothy Olyphant). Ela conhece ele numa sessão de terapia em grupo e já há quem diga que esse rapaz está envolvido em algum dos lados da história, e que o encontro dele com Ellen foi premeditado, mas por enquanto não sabemos, mas eu também acho que alguma coisa ele esconde.

Em "I Knew Your Pig", o 3º episódio, o Daniel agora, além de envolvido com o caso da água de West Virginia, precisa da ajuda de Patty para livrá-lo da suspeita do assassinato da esposa dele. Há a suspeita de que a corporação esteja envolvida nesse assassinato, mas como diria a Ellen, o próprio Daniel "is full of shit", a.k.a. mentiroso até dizer chega, não dá pra saber exatamente o que realmente aconteceu. Em parte também por que tá muito cedo e em três episódios não dá nem pra sentir onde esse caso vai dar, so... Mas dá pra adiantar que essa temporada tá empolgando tanto quanto a primeira e agora é esperar pra ver onde isso tudo vai dar.

E só para acabar o post, vale citar que até agora o Frobshier só apareceu mesmo uma vez, no primeiro episódio, sem contar os sonhos da Ellen, ela ainda não decidiu se ela quer vingança ou justiça e enquanto isso ele ainda deve dar as caras mais algumas vezes. O Ray Fiske, já "apareceu" para a Patty uma vez também, e acho que a participação dele nessa temporada deve ser até menor do que a de Frobshier, mas é isso aê, they're moving on. A onda agora é o mercúrio, ou melhor, está contamida pelo mercúrio.
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12 de janeiro de 2009

Season Premieres #12 | United States of Tara

A mais nova badalada série "United States of Tara" conta a história de Tara, uma esposa e mãe de dois adolescentes. A família pode ser qualquer coisa menos normal! Além do fato do seu filho Max ter uma paixonite por um colega de classe e da sua filha ter sérios problemas de 'estabelecer limites' com homens, Tara tem seus próprios problemas - ela nem sempre é ela mesma! Tara sofre de múltipla personalidade e geralmente quando as coisas saem do eixo e ela fica sob um stress muito grande, outras personalidade se manifestam e torna aquela familia nada comum um pouquinho mais bizarra. Acharam pouco ou essa excelente idéia ou querem mais?! Quer mais? Ok, acrescente a isso ao fato da série ter sido criada pelo Steven Spielberg (dispensa apresentações), ser desenvolvida pela Diablo Cody (vencedora do Oscar de Melhor Roteiro por "Juno") e ser estrelada por ninguém menos que a fabulosa Toni Collette (Pequena Miss Sunshine) e ainda conta com participações da Rosemarie DeWitt (O Casamento de Rachel) como irmã de Tara e John Corbett (Casamento Grego) como o marido dela.

A premiere oficial de "United States of Tara" ainda não aconteceu. A série irá oficialmente ao ar, nos EUA, pela Showtime a partir do dia 18 de Janeiro (próximo domingo), mas o piloto já 'vazou' na internet e eu, muito curioso, já conferi e digo uma coisa, puta série boa!! A Toni Collette dá um show de interpretação já de cara mostrando duas outras personalidades da Tara e ambas completamente diferentes, diria que exatamente o oposto, uma é uma adolescente safada (essa é a T)e que se dá super bem com a filha e outra 'um' troglodita machão que dá em cima das amigas da filha (esse é o Buck)! E eles ainda mencionam uma tal de Alice, que a típica housewife americana, cozinha bem, possui valores religiosos e é bem tradicional. Essa ainda não apareceu mas deve ser tão brilhante quanto as outras!

Nada mais normal do que, depois de tanta ótimas idéias e uma produção e elenco cheios de grandes nomes, as expectativas fossem lá para cima e o melhor é que a série corresponde a todas as expectativas e ainda acaba deixando um gostinho de coisa boa e promissora, aliás, muito promissora e muito boa mesmo! Foi excelente o jeito como as coisas são construídas, como os personagens apresentados na trama e todo o primeiro contato deles com o público é feito de um jeito simples, agradável e eficiente. O jeito como toda a família, exceto a irmã que não convive diariamente com ela, já está acostumada com aquela situação ao ponto de até ter uma preferida e ainda chegar perguntando se a mãe está em casa e obter como resposta um "não exatamente, mas acho que Buck está", ou ainda comentar que o fato da Buck ser canhota e as outras não é estranho, ha, como assim!? O que é isso perto do fato de achar normal conviver com 4 pessoas completamente diferentes em um só corpo! rsrs Conclusão, não dava para ser uma familia normal mesmo! Mas enfim, isso é só um exemplo do quanto a gente pode esperar da produção, muito bom já começar o ano com uma série tão original e divertida.
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27 de dezembro de 2008

Season Premieres #11 | The Pie Maker's Adventures

A modern fairy tale about life. Death. And life again


Pushing Daisies: essa é a única série que ainda não falei aqui no blog, isso das que já retornaram para a nova temporada, claro, porque ainda falta Lost (que volta dia 21.01) e Damages (que volta dia 07.01) retornarem! Mas enfim, essa é infelizmente e injustamente a última temporada, resolvi dedicar um post especial só dela, afinal de contas ela merece! E além disso esta segunda temporada está me agradando mais do que a primeira. Já foram exibidos 10 episódios e depois de exibido o 10º, a série entrou no ‘hiatus’ de fim de ano e deve voltar em fevereiro para os 3 últimos episódios da série. Farei algumas considerações rápidas de cada episódio que eu já assisti:

S02E01 – “Bzzzzzzz”, foi o episódio das abelhas, contou com a participação da Autumn Reeser (Taylor de The O.C.). eles resolveram o caso de um assassinato de uma mulher que trabalhava em uma companhia que fazia produtos de beleza com mel. Depois das revelações no último episódio da primeira temporada, Chuck e Ned seguem com a mesma rotina aparentemente normal e enquanto isso, Lilly e Vivian estão mais perto de descobrirem a verdade sobre Chuck, já que finalmente saíram de casa. (****/A-)


S02E02 – “Circus Circus”, foi o episódio da garota que fugiu de casa com o circo, na verdade fugiu com o namorado, mas o namorado era do circo, então dá no mesmo! Foi o episódio do primeiro contato da Chuck com a Vivian depois da morte da Chuck, porém a Vivian apenas ouvia a voz dela, que estava irreconhecível. Em meio a tudo isso já aparecia cenas da Olive no convento, o que rendeu uma das melhores partes do episódio, ela desabafando com seu bichinho de estimação, Pigby, um porco! (****/B+)


S02E03 – Em “Bad Habits”, Chuck agora está agora morando no apartamento da Olive e ela, Ned e Emerson partem para o convento onde a Olive está para desvendar o assassinato de uma freira e Ned acaba descobrindo algo mais do que apenas que o assassinato. Melhor cena? Justamente essa, o Ned tentando adivinhar o segredo que a Olive esconde foi a melhor de todas! Mas a cena em que a Lily está conversando com a Olive no convento também foi ótima. (**** /A-)


S02E04 – “Frescorts” tem a Olive de volta ao apartamento dela, agora dividido com Chuck e é centrado na história do Emerson, que tem uma filha desaparecida, que continua desaparecida ao final do episodio, mas em troca ele ganha uma visita da sua mãe, que também é detetive. O episódio conta com a participação do David Arquette (marido da Courteney “Mônica” Cox) e da sobrinha da Nikki/Jéssica/Tracy em Heroes, aquela garota que aprende rápido tudo que vê. E a melhor cena foi Chuck e Olive se inscrevendo para participar de uma “rent-a-friend agency”, uma espécie de agência de “personal amigo”, é onde eles fazem a investigação da vez. (****/B+)


S02E05 – “Dim Sum Lose Some” o caso da vez é o assassinato do dono de um restaurante que fica embaixo do escritório do Emerson. Mas esse episódio serviu mesmo para acrescentar Dwight Dixon à historia, ele tem função mais ou menos importante (na verdade só se revela importante mesmo no ep 08). E além disso nesse episódio tem a primeira aparição dos irmãos gêmeos do Ned. Mesmo com alguns fatos importantes, o saldo final do episódio não é tão bom. Acho que até agora foi o mais fraco. (***/C+)


S02E06 – Em “Oh Oh Oh... It’s Magic” os irmãos do Ned estão envolvido na investigação, pois o assassinado da vez foi o de um mágico que criou eles. Nesse episódio Vivian fica perto de descobrir que Lily é a mãe de Chuck, graças ao Dwight Dixon. Melhor cena? Bom, aqui tivemos duas melhores cenas, a primeira foi a cena das tentativas da Chuck tentando fazer com que Lily dissesse que é a mãe dela. A segunda foi a cena final, com a Chuck conversando com a Lily através da Olive. (****/B+)


S02E07 – “Robing Hood”, nesse episódio o caso de assassinato envolvia uma espécie de Robing Hood moderno, e como um assassinado foi um milionário, a suspeita é de que ele tenha feito isso para usar o dinheiro do velho para ajudar quem precisa. Enquanto isso Dwight se aproxima cada vez mais da Vivian, aumentando a preocupação da Lily. E a preocupação logo toma conta de Ned e Olive quando eles descobrem que o Dwight já sabe que a Chuck está viva! Não sei se a melhor, mas uma das melhores cena foi a Olive se passando por rica para por em ação o plano deles. (***/B-)


S02E08 – Em “Comfort Food” Olive decide participar de um concurso de comidas e arrasta o Ned junto. É lá que acontece o caso de assassinato, quando matam um chef para roubar a sua receita secreta. Ainda no episódio Ned traz o pai de Chuck de volta à vida e ela num ato impensado usa Ned, acaba contornando a situação e mantendo o pai vivo, sem que Ned saiba. Mas para isso alguém teve que morrer e quem será que morre? Bom isso descobre que assistir o episódio, que até agora foi o melhor de todos. A interação da Pie Hole com a concorrência sempre rende ótimos episódio, foi assim também na temporada passada. Mas enfim, a melhor cena sem dúvida foi a Olive cantando "Eternal Flame"! (*****/ A+)

Uma curiosidade desse episódio é que a Beth Grant reprisou o seu papel como Marianne Marie da série "Wonderfalls" (também do Bryan Fuller e com o Lee Pace no elenco).


Eternal Flame by Kristin Chenoweth in "Comfort Food"



O episódio 9, "The Legend of Merle McQuoddy", eu ainda não vi. O Paul Torrent já me entregou mas ainda não tive tempo de ver, assim como o episódio 10, "The Norwegians". Mas breve assistirei e comento quando for falar do finale da série. Que infelizmente é finale mesmo, muita injustiça cancelar uma série do nível de Pushing Daisies. Pelo menor já foi confirmado que teremos um final digno. Como o cancelamento não era esperado e Bryan Fuller não tinha encerrado a história no episódio 2x13 (o último), logo começou a correr o boato de que iria sair um longa com um final digno além da continuação da história em quadrinhos. Mas até agora nada foi confirmado, exceto o fato de que o último episódio terá o começo e o final regravado. Vamos combinar que depois de duas temporada tão bem feitinhas (tudo bem que a segunda não acabou ainda, mas está indo muito bem, so...) o mínimo que eles poderiam fazer era terminar de maneira satisfatória! E só pra encerrar, eu adoro a fotografia e a direção de arte dessa série! É excelente!
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16 de dezembro de 2008

Season Premieres #10 | Liz Lemon, Belle/Hannah & No Heroics..

30 Rock: Depois de duas excelentes temporadas, a série volta para a tão aguardada terceira temporada e volta cheia de participações especiais. Já no primeiro episódio, "Do-Over", rolou a participação da Megan Mullally a Karen Walker de Will & Grace, como assistente social da agência de adoção que ficou encarregada de avaliar a Liz, excelente episodio para um retorno, relembrando de uma forma não convencional e muito eficiente alguns acontecimentos da temporada passada, essenciais para o desenvolvimento dessa nova temporada. Contou ainda com a sempre ótima participação do Will Arnett. No segundo, "Believe in the Stars", foi a vez da Oprah. A Liz precisa ir a Chicago para ser dispensada de um Júri e no avião ela encontra a Oprah, ou pelo menos acha que encontra. E em meio a isso ainda tem a briga do Tracy com a Jenna! Genial, o Tracy vestido de mulher branca com uma luva de mão de monstro e a Jenna de Black man!

O terceiro já começa com a participação de uma ex-Friend no título, “The One With the Cast of Night Court”. Jennifer Aniston é a estrela da vez no papel de uma amiga da Liz e da Jenna, a Claire, uma fatal attraction para o Jack. Ótimo episódio, muito bem escrito e com o humor de sempre! No quarto, "Gavin Volure", foi a vez do Steve Martin, no papel de um amigo do Jack, que se diz CEO de uma empresa, e averso a sociedade, que não sai de casa há três anos, mas na verdade é uma criminoso preso em prisão domiciliar. Mas quem roubou a cena mesmo foi o Tracy com o boneco dele mesmo, para despistar os filhos que segundo ele, queria matá-lo. No quinto, "Reunion", sem participações de peso a série atinge o auge da temporada provando que não precisa de estrelas para ser boa! Nesse episódio Liz volta para a cidade dela para uma reunião do colégio onde ela se dizia nerd que sofria com o bullying dos classmates, e descobre que na verdade sim, ela era uma nerd, mas o bullying vinha da parte dela, ela era uma bad girl! E o Jack que ia pra Miami, mas ficou preso com a Liz, fingi ser outra pessoa e rouba a cena como o cool guy de quem todo mundo quer ser amigo. Excelente episódio!! Traduzindo tudo isso: 30 Rock rocks com ou sem participação! E voltou em grande estilo!


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Secret Diary of a Call Girl: Faz um tempo que acabou a segunda temporada de Secret Diary of a Call Girl, mas ainda estou devendo minhas considerações sobre essa excelente segunda temporada! Comecei a assisti essa série meio que por acaso. Várias blogs comentaram a tão elogiada primeira temporada da série e foi depois de ler esses comentário que decidir acompanhar, afinal nem era tão longa a temporada, série inglesa tem essa mania de séries curtas, e já estava prestes a começar a segunda temporada, vi toda a primeira temporada em uns três dias, viciante, me envolvi mesmo com a Belle e seus casos promíscuos e com a Hannah e sua vidinha 'quase-normal' tirando o fato de ser prostituta e ninguém do seu convívio social fazer idéia disso! Bom, pelo menos não durante a primeira temporada.

Na segunda o círculo de amizades dela aumenta, o que antes se limitava ao Ben, ex-namorado e atual melhor amigo, inclui agora a Bambi, que vai atrás dela para conselhos sobre a profissão e acaba criando uma amizade interessante e o Alex, o primeiro romance da Hannah explorado na série. E foi muito bem explorado, por um roteiro mais bem elaborado do que na primeira temporada, evitando a mesmice dos episódios que se limitavam a vida profissional da Hannah, praticamente. Mas não deixava de ser interessante, vale lembrar.

Só que o que já era bom fica melhor ainda, quando ela se vê realmente apaixonada pelo Alex, que eventualmente descobre sobre a profissão dela, e do pior jeito possível, e exige dela uma atitude. Ela até tenta e vai trabalhar num escritório e no mesmo dia é rebaixada de cargo provando que não nasceu praquele tipo de trabalho. Esse novo drama na vida dela dá um gás na série que ainda consegue um desfecho interessante, agora é aguardar a terceira temporada. Ah, vale destacar a ótima trilha sonora da série e as ótimas atuações do elenco principal, principalmente da Billie Piper (Belle/Hannah), que estava grávida durante as gravações.


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No Heroics: Lembro de como eu gostei dessa série nos dois primeiros episódios que vi, e que por sinal foi quando decidi elogiá-la aqui no blog. Porém, justiça seja feita e depois desses dois episódios a série desandou. Acho que o problema era comigo, que estava propício demais a aceitar coisas ruins àquela época, tanto é que também tinha ‘gostado’ de Do Not Disturb, mais uma dessas sitcom chatinha que já foi até cancelada, não tendo nem uma temporada completa. Mas voltando a No Heroics, a série teve seu ponto alto no segundo episódio, que foi de todos os episódios, o único realmente engraçado e que me empolgou muito, mas as histórias superficiais e a falta de química entre os atores fizeram com que essa temporada não tivesse carisma o suficiente para conquistar o que quer que seja. Nenhum personagem teve um grande momento durante toda a temporada, tava todo mundo junto e misturando numa bagunça que inclusive acabou de um jeito mega estranho. Com a morte mais sem pé nem cabeça que eu já vi em um seriado! Mas enfim, nem sei se a série volta para mais uma temporada, vi no site oficial que o último episódio foi o Series Finale, mas me disseram que essa regra de series finale e season finale não vale muito na Inglaterra. So...
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2 de dezembro de 2008

Season Premieres #9

Desperate Housewives: As donas de casa mais desesperadas da vizinhança voltaram para sua 5ª e antepenúltima temporada completamente diferentes em todos os sentidos possíveis. Continuando do gancho deixado pelo finale da 4ª – um avanço no tempo de 5 anos: Gabrielle está “cheinha” e desleixada, com duas filhas tão “cheias” quanto a mãe ou mais; Bee está superfamosa, lançando um livro de culinária, levando todos os frutos de sua parceria com Katherine (o que não deixa a segunda exatamente feliz, obvio); Lynette tem que lidar com o crescimento de todos os seus filhos, mas principalmente os gêmeos que, adolescentes, só pioraram os problemas que causam à mãe; e Susan, como mostrado, sem Mike e de caso novo. E, pra completar o circo e preencher a quota racial de mistérios tenebrosos que assombram Wisteria Lane TODA temporada, Eddie está casada com um homem que só a primeira vista já dá pra sacar que é louco. O andamento da temporada tem sido um pouco morno, mas as cenas de Felicity, pra variar, são prêmios prêmios e prêmios. A história de Gaby também fica interessante para o meio da temporada, com a entrada da ricaça Virginia que quer comprar – literalmente – a família Solis para si. De quebra, ela é interpretada pela excepcional Frances Conroy, a matriarca de Six Feet Under, mostrando que é tão brilhante na comédia quanto no drama. Por esses motivos – Frances em especial – vale continuar acompanhando


Ugly Betty: Betty volta e com ela alguns dos coadjuvantes mais hilários da tv atual Marc e Amanda – perdendo somente para Barney e Sheldon, de HIMYM e TBBT, respectivamente. Betty chega de viagem cheia de novas idéias e sem nenhum amor, pois recusara tanto o mexicano quanto o contador que a disputavam na segunda temporada. Mudanças também virão pela metade da temporada, prometendo dar uma mexida na trama que já parecia estar ficando um pouco desgastada: Alexis sai da serie e Daniel e Willie viram co-editores da Mode. Entra um possível novo amor para Willie – um contador de sotaque britânico, que é noivo de uma professora de ginásio mas que deixa a vilã doidinha, Betty passa a morar sozinha, e com um vizinho cantor pelo qual ela cai de amores, obviamente. E, mais pra frente, Betty passa a ter uma roomate: Amanda! Belas mexidas, ainda com outras que estão por vir – inclusive mais tempo de cena para outra dupla que promete cenas hilarias, Betty e Marc. Além disso, Justin ganha um novo amigo e isso vai mexer com as estruturas dos dois, mas de maneira muito sutil. Na medida certa, a partir da metade desta nova temporada, os autores mudaram a trama pra melhor: aumentaram as participações de quem importa, os coadjuvantes. Até mesmo a participação de Lindsay Lohan é legal, como uma BITCH a la mean girls. Way to go UB!


Dexter: Muitos dizem que esta é a temporada mais fraca da serie, e eu posso ate concordar que ela estava morna no começo, mas mesmo assim, longe de ser fraca. Continua excelente. Rita fica grávida... casório pela frente? Dexter quer o filho, mesmo sabendo do monstro que ele pode ser? Mais conflitos para a já perturbada cabeça do serial killer. Deb ganha a companhia de um novo parceiro, Quinn, e, de quebra, um informante, Anton, que vai mexer com a vida da policial, tanto profissionalmente quanto pessoalmente... Angel ganha uma nova possibilidade amorosa, na mais inusitada das situações: é pego em flagrante contratando uma garota de programa, que na verdade, era uma policial infiltrada!! E, por fim, mas mais marcante, o promotor de justiça Miguel Prado entra na história para mudar tudo. Ex-caso de "Laguerta-a-puta-de-miami-que-pega-geral", se aproxima de Dexter após a morte do irmão (pelo proprio Dexter, sem é obvio, saber disso no momento do assassianto), e passa a ser amigo intimo dele, dividindo partidas de golfe e tudo. Entretanto, mais a frente, a coisa parece ficar mais séria, quando Miguel descobre o segredo de Dexter e, como já dizia a promo da terceira temporada, o aprendiz vira o mestre. Mas, é claro, com isso vêem muitas responsabilidades e é aí que a coisa esquenta, já nos episódios finais, nos quais, mais uma vez, a identidade de Dexter entra em perigo.


Grey's Anatomy: Depois de uma temporada mais do que morna, retorna tentando voltar a velha forma de suas temporadas iniciais, mas atualmente, anda cheia de polemica. Vamos aos fatos: o SGH, que costumava ser o topo do ranking de saúde, cai pra 12º lugar e mudanças são exigidas; Os novos internos se rebelam por não serem propriamente ensinados e resolvem quebrar varias regras para.. hmm.. se tornarem auto didatas, por assim dizer. Izzie e Alex retomam o romance, mas mais pra frente, vemos a extremamente polêmica e controversa volta de Denny Duquette – o fantasminha tarado, que tem rendido cenas vergonhosas para Heighl – castigo por ter reclamado do roteiro? Hmm... Grey e Sheppard finalmente vão morar juntos – thank god... Chega um novo cirurgião para o hospital, um militar, que, por sua brutalidade, encanta Christina e rende cenas muito boas entre os dois. De mais interessante, Callie e Hahn dão continuação ao romance lésbico e a tentativa das duas de se entenderem rendem ótimas cenas de humor, por parte de Callie torres. E a cena em que Hahn se descobre realmente gay é brilhante e o discurso feito pela personagem é digno de Grey's primeira e segunda temporadas, com atuação fenomenal de Brooke Smith. E é aí que entra a polêmica: Brooke foi demitida e boatos rolam que tenha sido ordens superiores da emissora, insatisfeita por ter um casal gay com tanto destaque na serie. Em que século nos estamos mesmo? Enfim, além disso, entra na serie uma amiga de infância de Meredith – que seria lésbica, mas surpresa! não será mais -, para sacudir os internos do hospital com seu estilo rebelde e a amizade de Yang e Grey. Muitas e muitas mudanças, mas, por alguns motivos – meio “racistas” e “sobrenaturais”, por assim dizer - o hospital continua meio morno. Acorda Shonda!!!
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16 de novembro de 2008

Season Premieres #8

Gary Unmarried é uma comédia centrada em Gary Barnes (Jay Mohr) um recém-divorciado que precisa reaprender a namorar após um casamento de 15 anos e além disso ele ainda tem que lidar com a ex-esposa controladora e cuidar de dois filhos Tom, um garoto de 14 anos e Louise uma menina que ao em vez de popstars colado na parede do quarto cultiva um amor platônico por figuras como Gandhi, Al Gore e Che Guevara. A série começa três meses depois da separação oficial de Gary e Allison. No piloto ele namora uma mãe solteira, Vanessa, enquanto Allison revela que está noiva do ex-terapeuta deles, Dr. Krandall. Minha primeira impressão não foi das melhores. A série não é de tudo tão mal e tem algumas tiradas bem interessantes como as citações pops e tals, já vi 4 dos 7 episódios exibidos nos EUA, onde a série vai ao ar originalmente pela CBS, e deve dizer que a primeira impressão é realmente a que fica. Acho que eles até tentam, mas as piadinhas sem graça e o timing errado contribuíram para deixar Gary e sua turma numa corda bamba por um bom tempo. Mas felizmente, para os que gostaram da série, a emisora resolveu dar uma segunda chance e já ordenou uma temporada completa (com direito a 22 episódios, dos quais 6 já foram ao ar). Mas para mim já deu.


Chuck, depois de um final de temporada empolgante voltou há algumas semanas em uma Season Premiere um pouco fraquinha para o bom nível da primeira temporada. Mas, felizmente isso ficou só no primeiro episódio. Dos 6 exibidos, eu já vi 5 e devo dizer que essa temporada está tão legal quanto a passada, senão até mais. Para quem não sabe a história, uma pequena sinopse: Chuck Bartowski (Zachary Levi) abre um email com códigos subliminares com segredos do governo americano (Intersect), ele inconscientemente faz o download de toda uma base de dados sigilosos em seu cérebro. Agora, o destino do mundo está nas mãos improváveis de um cara que trabalha numa loja de eletrônicos. Ao invés de combater vírus de computador, ele agora terá que confrontar assassinos e terroristas internacionais junto com Casey (Adam Baldwin), e Sarah (Yvonne Strahovski). Essa temporada está cheia de participações especiais das quais três delas já foram ao ar. No episódio Chuck vs The Seduction tivemos a Melinda Clarke (Julie Cooper em The O.C.) no papel de uma espiã russa, se não estou enganado. Em Chuck vs The Cougars tivemos a Nicole Richie, que apesar de insosa no papel até rendeu um episódio bacana, com lutas legais entre ela e a Sarah. E por último e MUITO mais interessante, o ótimo Tony Hale, que participa de dois episódios no papel de um contratado da Buy More para intervir nos funcionarios e melhorar o atendimento da loja. Com tantas participações legais não dá para pensar em perder! Mas infelizmente apesar disso, a série não vai nada bem na audiência e para muitos é quase certa que essa será a última temporada do Chuck. Que pelo menos tenha um final digno!


Life on Mars, é um remake de uma série inglesa que conta a história do detetive Sam Tyler que trabalha para a policia de Nova York. Durante uma investigacao sobre um serial killer, Sam deixa sua namorada, Maya Robertson, que tambem é detetive, investigar o caso sozinha. Algo completamente inesperado acontece e ela desaparece. Ele por sua vez, devastado e em choque acaba sendo atingido por um carro, e vai parar na década de 70 sem nenhum ferimento... e ainda trabalhando para a policia de Los Angeles, cidade onde ele cresceu. Agora ele enfrenta a dificuldade em se integrar e ajustar a este novo mundo, sem as atitudes e tecnologias dos tempos atuais. Bom, a original eu não assisti. Então não posso fazer nenhuma comparação, mas posso garantir que essa versão é muito legal. Quando eu vi o pré-air há um tempo atrás não tinha tanta certeza, nem quanto a série original ser legal (já que não me empolguei com a história), quanto mais a versão Made In USA. Mas com o passar dos episódios, 6 já foram ao ar nos EUA e o blogueiro que vos fala já viu 5, a coisa fica incrivelmente interessante, porque além de uma storyline interessante (como diabos ele foi parar na década de 70) a série ainda apresenta casos que prendem a atenção, que são desenvolvidos muito bem e de alguma forma sempre tem alguma relação com a vida de Sam. Definitivamente uma das séries da nova temporada que vai entrar para o meu calendário fixo de série, isso enquanto a audiência dos EUA permitir.


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Dessa vez vou me limitar a essas três séries, das quais uma vai se despedindo por aqui mesmo (Gary Unmarried), primeira e última vez que ela aparece por aqui, pelo menos eu acho. Então aproveita ndo o espaço que me resta quero aproveitar para me despedir de outra série: Fringe. Vi 5 episódios e para mim foi o suficiente. O Mr. Torrent trouxe o 6 para mim há algumas semanas, já até tentei assistir mas não consegui, sempre parava no meio e ia ver algum outro mais interessante. Sorry, J.J. mas não foi dessa vez que você conseguiu me conquistar novamente. A série é cheia de boas intenções mas pra mim não funcionou e acho que em parte pela química de elenco que para mim está longe de ser uma boa química. É isso, prontofalei. Bye Bye e beijosnãomeligapqjácansei.
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6 de novembro de 2008

Season Premieres #7 | Keep the Magic Secret

Como fã confesso de magia em geral e, em especial, de Merlin e da história de Arthur, Camelot, Morgana e cia, essa foi uma estréia que chamou minha atenção já pelo título. Entretanto, essa é uma história de Camelot como você nunca viu, levando muito a sério o conceito de livre adaptação, criando uma trama que eu nunca teria pensado pra história - levando em conta, inclusive, a quantidade de versões que eu mesmo já encontrei pra ela: com ou sem cavaleiros da távola redonda, com Morgana boa ou má, entre outras. Sem spoilers, o que se pode dizer é que esta é a história do Mago mais famoso do Reino Unido (ok, talvez ultrapassado por Harry Potter ultimamente), a la "Smallville" - começando com a chegada de Merlin (Colin Morgan) a Camelot a mando da mãe, que não sabe como lidar com seus poderes e tem medo de o garoto ser perseguido na cidade pequena onde mora, até mesmo por ele ser, como é mostrado no decorrer do piloto, sem papas na língua.

Ele chega a cidade bem na hora de uma execução a mando do rei de um homem acusado de bruxaria, mostrando os problemas pelo qual terá que enfrentar. Ele vai de encontro ao médico da corte, amigo de longa data de sua mãe, que o acolhe. E daí em diante, os personagens vão se apresentando e a coisa vai ficando, hm, diferente. Digo logo que não dá pra esperar atuações de "Oscar" ou nada parecido, mas a trama me prende do inicio ao fim, principalmente por ser tão completamente diferente e, logo, imprevisível.

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Vamos aos spoilers:

- De cara, esqueça Excalibur. Afinal, Arthur nasceu um príncipe, filho do rei Uther. Prepotente, arrogante e, pasmem, aparentando ser mais velho que Merlin. Ao final do episódio, Merlin vira criado do mesmo, ao salvar sua vida de uma feiticeira - mãe do mago executado no inicio do episodio.
- Morgana, uma mera moradora do castelo, tem o rei como seu tutor e, aparentemente, não é irmã de ninguém e não mostra nenhum conhecimento mágico. Não fica claro também se é boa ou má, apesar de condenar a execução no começo do piloto.
- Gwinevere - ou Gwen, para os íntimos - é a criada de Morgana, uma negra que mostra alguma tensão sexual com Merlin e, inclusive, chega a dizer, cheia de desprezo: quem no mundo gostaria de casar com Arthur?
- Merlin descobre que há um Dragão preso no subsolo do castelo, que possui conhecimentos de magia e funcionará, pelo visto, como uma espécie de Oráculo de Matrix para o jovem. Depois disso tudo, eu posso esperar qualquer coisa. Quem sabe daqui a pouco Lancelot não aparece sendo o bobo da corte que tem um caso gay com o Rei?

fim de spoilers

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Isso tudo no primeiro episódio. Preciso concordar que tudo fica meio bizarro, mas por alguma razão desconhecida, eu preciso ver o segundo episódio. Esse negócio de livre adaptação ao extremo me deixou muito curioso. E os efeitos especiais não são tão ruins at all, me parecem bem razoáveis até. Enfim, vou lá ver o segundo.

See ya!

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1 de novembro de 2008

Season Premieres #6

Kath and Kim: é (mais) uma versão americana de uma premiada série, dessa vez australiana. Estreou nos EUA dia 9 de outubro pela rede NBC e ainda não tem previsão para chegar no Brasil. A série mostra as confusões de duas mulheres, Kath e Kim, mãe e filha disfuncionais, vivendo no subúrbio da Flórida. Kath é a mãe, quarentona e divorciada, que finalmente pode dedicar um tempo para si própria e sua procura pelo amor. Kim é a filha de 20 e poucos anos e que se veste como uma adolescente de 16 e, achando pouco, ainda age como tal. Após separar-se do marido (igualmente infantil) Kim decide voltar a morar com a mãe, que agora namora Carl Rutter um homem decente, mas palhação, dono de uma loja de sanduíches no shopping. Bizarra, em um bom sentido. Desde a ambientação até os figurinos são bregas. Mas o humor da série é excelente e a escolha do elenco foi genial. A Selma Blair está simplesmente impagável no papel de Kim e o marido dela igualmente, chamando ela de dude a cada duas palavras! Já três dos quatro episódio exibidos e é um melhor que o outro. Agora essencial entrar no clima da série e se deixar levar em meio a tanta cafonice. As cenas das duas na boate gay foram das melhores até agora, junto com o concurso de penteados, porque além de tudo a Kath ainda é cabeleireira! Isso sem contar aquelas tiradas dos segundinhos finais que já rolou até um brinde ao aquecimento global!

My Own Worst Enemy: estrelada por Christian Slater e exibida originalmente pela NBC a série conta a história de Henry Spivey, um homem comum de classe média, que vive nos subúrbios, com sua esposa e dois filhos. Até aí tudo normal, porém Henry é na verdade Edward Albright, um espião que faz parte de um projeto no qual ele tem a possibilidade de ter sua vida de cidadão completamente separada da de espião. Edward é o contrário de Henry, a única coisa em comum, é o mesmo corpo. No começo a coisa é um pouco confusa, principalmente quando Henry começa a 'despertar' durante as horas de ação do Edward atrapalhando a conclusão do que normalmente seria uma missão bem sucedida. A série tem uma premissa super interessante e até agora muito bem desenvolvida. No primeiro episódio o foco foi apresentar a história, no segundo já com a coisa andando sobrou tempo para desenvolver os personagens e o fato de ser possível uma comunicação entre Henry e Edward, mesmo que não-instantânea, pode deixar o que já é bom melhor ainda. Apesar de algumas críticas não muito agradáveis eu dei uma chance para a série e gostei, dei meu voto de confiança e acho que a série tem muito para render ainda.

Dirty Sexy Money: Com The Birthday Present, a série voltou um pouco morna, num episódio um tanto quanto pobrezinho para o nível dos Darlings. Apesar de toda a sujeira criada em torno da esposa do Patrick, eu não vi nesse episódio aquele 'q' de 'qoisa boa' que eu via nos episódio da temporada passada. Mas felizmente isso foi só no primeiro episódio, por que o segundo, The Family Lawer, já teve uma dinâmica mais interessante, com a história da Letitia se afastando da empresa e dando a vaga para um dos filhos e ainda deixando a escolha a cargo do Nick. A história do Simon com a Karen está cada vez mais misteriosa e mais legal de acompanhar, e confesso que isso era algo que eu não achei que chegaria a falar. Além disso teve ainda a explicação do porque da Lucy Liu nessa nova temporada. No primeiro episódio a personagem dela estava um pouco perdida, mas o erro foi resolvido e ela já está completamente e devidamente encaixada na história. Em The Star Witness o que já estava interessante ficou ainda mais interessante com uma visita do Nick à mãe dele (numa excelente atuação da Caroline Lagerfelt, a avô da Serena em Gossip Girl) que mora no interior da França, para convencê-la a não depor contra a Letitia no caso da morte do Dutch. E a ponte aérea desse episódio não ficou só entre França e EUA, se estendeu ao Brasil também. Com o Brian fazendo uma visitinha ao Brian Jr. Detalhe que as imagens aéreas me mostram o Rio de Janeiro mas o lugar que o Brian Jr. mora, uma casa com arquitetura antiga, é algo parecido com Salvador, com direito a pelourinho e feira livre na frente da casa! Mas enfim, estou gostando dessa temporada e é uma pena que a série corra o risco de ser cancelada devido a baixa audiência para o nível da ABC.

Eli Stone: Essa era uma das que eu mais aguardava a volta. Depois de uma primeira temporada bastante agradável, com direito a muitos musicais e muitos casos interessantes, a série voltou com muito mais disso. Em The Path a série teve a coreografia mais empolgante de todas! E teve ainda uma história bacana com a possibilidade do Nate ter um aneurisma e toda aquela conversa do Eli com a psicóloga que iria reabilitar ele a exercer novamente as atividade em corte. Porém o caso explorado não foi sido assim tão interessante e ainda teve um péssimo efeito visual, sério, mais alguém já percebeu como é amador os efeitos na série? Os de desastre em especial! Mas enfim, o primeiro episódio se salvou pela história dos próprios personagens fixos, o que não é ruim, já que prova que o roteiro sabe manter o nosso interesse na história principal. Em Grace, o caso que o Eli defendeu foi muito interessante, um soldado que se alistou por vontade do pai, morreu em combate e o próprio pai queria o direito de não enterrar o filho nos moldes militares, o problema era que a mãe queria, briga de família sempre rende casos densos e particularmente interessantes. E quanto o caso aqui foi bacana, o história foi mais banal, com a entrada da Katie Holmes na vida do Eli, numa atuação 'just ok', porém em ótima forma, principalmente naquela cena do musical! Alguém sabe se a personagem dela volta para mais episódios? Apesar de banal acho que podia render uma história bacana. Potencial tem, se olharmos para a cena do Eli com o Nate, que é quando a gente descobre como ela foi parar na vida dele.

Samantha Who?: Outra série que eu estava ansiosamente aguardando a volta! E teve uma premiere fraquinha. Em So I Think I Can Dance, Samantha descobre que sabia dançar e muito bem, obrigada, antes da amnésia. Então decide tomar o lugar do pai no concurso de dança e tentar fazer a mãe vencer pela primeira vez. Porém ela descobre que não sabe mais dançar, por causa da amnésia e a confusão está feita. Em meio a isso ainda tem o Todd tentando sair do apartamente da Sam para que ela possa voltar para lá. Esperava mais desse episódio. Com Out of Africa a série deu uma melhorada considerável! Voltamos àquela velha luta, e ainda muito interessante, da New Sam tentando superar a Old Sam, mas se deixando pela influência da Andrea (adoroooo a Andrea!!) que gosta muito mais da Old Sam. A Samantha decide ir para a África ajudar os pobres mas alguns probleminhas inesperados acabam dificultando os planos dela ,que sem querer voltar fracassada para casa descobre um jeito de contornar o problema, não muito eficaz mas bastante divertido! Principalmente os resultados quando ela volta! E a cena dela com a Andre bolando um plano pra voltar da "África" é otima! Mas The Pill foi até agora o melhor episódio, com direito a muitas e muitas lembraças da bad Sam que foi convidada a participar de uma pesquisa que vai ajudar pessoas com amnésia. E além disso ainda tem ninguém menos que o excelente Tony Hale (o Buster Bluth de Arrested Develpment) no papel do médico da Sam!! E a Dena tirando sarro da Andrea pelo fato de terem achado que elas duas era um casal e a Andrea comendo corda da Dena falando que ela era a lésbica 'não-lésbica' mais gostosa do mundo e que conseguia pegar qualquer mulher. Hilário! Mas engraçado mesmo foi quando a Sam teve uma lembraça e uma mulher emprestou pra ela um batom laranja pra ela anotar na mão e não esquecer depois, tipo, seriously? batom laranja?! kkkkkkkk A reação da Sam foi o melhor! xD
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