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Mostrando postagens com marcador Eli Stone. Mostrar todas as postagens
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1 de novembro de 2008

Season Premieres #6

Kath and Kim: é (mais) uma versão americana de uma premiada série, dessa vez australiana. Estreou nos EUA dia 9 de outubro pela rede NBC e ainda não tem previsão para chegar no Brasil. A série mostra as confusões de duas mulheres, Kath e Kim, mãe e filha disfuncionais, vivendo no subúrbio da Flórida. Kath é a mãe, quarentona e divorciada, que finalmente pode dedicar um tempo para si própria e sua procura pelo amor. Kim é a filha de 20 e poucos anos e que se veste como uma adolescente de 16 e, achando pouco, ainda age como tal. Após separar-se do marido (igualmente infantil) Kim decide voltar a morar com a mãe, que agora namora Carl Rutter um homem decente, mas palhação, dono de uma loja de sanduíches no shopping. Bizarra, em um bom sentido. Desde a ambientação até os figurinos são bregas. Mas o humor da série é excelente e a escolha do elenco foi genial. A Selma Blair está simplesmente impagável no papel de Kim e o marido dela igualmente, chamando ela de dude a cada duas palavras! Já três dos quatro episódio exibidos e é um melhor que o outro. Agora essencial entrar no clima da série e se deixar levar em meio a tanta cafonice. As cenas das duas na boate gay foram das melhores até agora, junto com o concurso de penteados, porque além de tudo a Kath ainda é cabeleireira! Isso sem contar aquelas tiradas dos segundinhos finais que já rolou até um brinde ao aquecimento global!

My Own Worst Enemy: estrelada por Christian Slater e exibida originalmente pela NBC a série conta a história de Henry Spivey, um homem comum de classe média, que vive nos subúrbios, com sua esposa e dois filhos. Até aí tudo normal, porém Henry é na verdade Edward Albright, um espião que faz parte de um projeto no qual ele tem a possibilidade de ter sua vida de cidadão completamente separada da de espião. Edward é o contrário de Henry, a única coisa em comum, é o mesmo corpo. No começo a coisa é um pouco confusa, principalmente quando Henry começa a 'despertar' durante as horas de ação do Edward atrapalhando a conclusão do que normalmente seria uma missão bem sucedida. A série tem uma premissa super interessante e até agora muito bem desenvolvida. No primeiro episódio o foco foi apresentar a história, no segundo já com a coisa andando sobrou tempo para desenvolver os personagens e o fato de ser possível uma comunicação entre Henry e Edward, mesmo que não-instantânea, pode deixar o que já é bom melhor ainda. Apesar de algumas críticas não muito agradáveis eu dei uma chance para a série e gostei, dei meu voto de confiança e acho que a série tem muito para render ainda.

Dirty Sexy Money: Com The Birthday Present, a série voltou um pouco morna, num episódio um tanto quanto pobrezinho para o nível dos Darlings. Apesar de toda a sujeira criada em torno da esposa do Patrick, eu não vi nesse episódio aquele 'q' de 'qoisa boa' que eu via nos episódio da temporada passada. Mas felizmente isso foi só no primeiro episódio, por que o segundo, The Family Lawer, já teve uma dinâmica mais interessante, com a história da Letitia se afastando da empresa e dando a vaga para um dos filhos e ainda deixando a escolha a cargo do Nick. A história do Simon com a Karen está cada vez mais misteriosa e mais legal de acompanhar, e confesso que isso era algo que eu não achei que chegaria a falar. Além disso teve ainda a explicação do porque da Lucy Liu nessa nova temporada. No primeiro episódio a personagem dela estava um pouco perdida, mas o erro foi resolvido e ela já está completamente e devidamente encaixada na história. Em The Star Witness o que já estava interessante ficou ainda mais interessante com uma visita do Nick à mãe dele (numa excelente atuação da Caroline Lagerfelt, a avô da Serena em Gossip Girl) que mora no interior da França, para convencê-la a não depor contra a Letitia no caso da morte do Dutch. E a ponte aérea desse episódio não ficou só entre França e EUA, se estendeu ao Brasil também. Com o Brian fazendo uma visitinha ao Brian Jr. Detalhe que as imagens aéreas me mostram o Rio de Janeiro mas o lugar que o Brian Jr. mora, uma casa com arquitetura antiga, é algo parecido com Salvador, com direito a pelourinho e feira livre na frente da casa! Mas enfim, estou gostando dessa temporada e é uma pena que a série corra o risco de ser cancelada devido a baixa audiência para o nível da ABC.

Eli Stone: Essa era uma das que eu mais aguardava a volta. Depois de uma primeira temporada bastante agradável, com direito a muitos musicais e muitos casos interessantes, a série voltou com muito mais disso. Em The Path a série teve a coreografia mais empolgante de todas! E teve ainda uma história bacana com a possibilidade do Nate ter um aneurisma e toda aquela conversa do Eli com a psicóloga que iria reabilitar ele a exercer novamente as atividade em corte. Porém o caso explorado não foi sido assim tão interessante e ainda teve um péssimo efeito visual, sério, mais alguém já percebeu como é amador os efeitos na série? Os de desastre em especial! Mas enfim, o primeiro episódio se salvou pela história dos próprios personagens fixos, o que não é ruim, já que prova que o roteiro sabe manter o nosso interesse na história principal. Em Grace, o caso que o Eli defendeu foi muito interessante, um soldado que se alistou por vontade do pai, morreu em combate e o próprio pai queria o direito de não enterrar o filho nos moldes militares, o problema era que a mãe queria, briga de família sempre rende casos densos e particularmente interessantes. E quanto o caso aqui foi bacana, o história foi mais banal, com a entrada da Katie Holmes na vida do Eli, numa atuação 'just ok', porém em ótima forma, principalmente naquela cena do musical! Alguém sabe se a personagem dela volta para mais episódios? Apesar de banal acho que podia render uma história bacana. Potencial tem, se olharmos para a cena do Eli com o Nate, que é quando a gente descobre como ela foi parar na vida dele.

Samantha Who?: Outra série que eu estava ansiosamente aguardando a volta! E teve uma premiere fraquinha. Em So I Think I Can Dance, Samantha descobre que sabia dançar e muito bem, obrigada, antes da amnésia. Então decide tomar o lugar do pai no concurso de dança e tentar fazer a mãe vencer pela primeira vez. Porém ela descobre que não sabe mais dançar, por causa da amnésia e a confusão está feita. Em meio a isso ainda tem o Todd tentando sair do apartamente da Sam para que ela possa voltar para lá. Esperava mais desse episódio. Com Out of Africa a série deu uma melhorada considerável! Voltamos àquela velha luta, e ainda muito interessante, da New Sam tentando superar a Old Sam, mas se deixando pela influência da Andrea (adoroooo a Andrea!!) que gosta muito mais da Old Sam. A Samantha decide ir para a África ajudar os pobres mas alguns probleminhas inesperados acabam dificultando os planos dela ,que sem querer voltar fracassada para casa descobre um jeito de contornar o problema, não muito eficaz mas bastante divertido! Principalmente os resultados quando ela volta! E a cena dela com a Andre bolando um plano pra voltar da "África" é otima! Mas The Pill foi até agora o melhor episódio, com direito a muitas e muitas lembraças da bad Sam que foi convidada a participar de uma pesquisa que vai ajudar pessoas com amnésia. E além disso ainda tem ninguém menos que o excelente Tony Hale (o Buster Bluth de Arrested Develpment) no papel do médico da Sam!! E a Dena tirando sarro da Andrea pelo fato de terem achado que elas duas era um casal e a Andrea comendo corda da Dena falando que ela era a lésbica 'não-lésbica' mais gostosa do mundo e que conseguia pegar qualquer mulher. Hilário! Mas engraçado mesmo foi quando a Sam teve uma lembraça e uma mulher emprestou pra ela um batom laranja pra ela anotar na mão e não esquecer depois, tipo, seriously? batom laranja?! kkkkkkkk A reação da Sam foi o melhor! xD
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10 de agosto de 2008

Dexter Morgan, Eli Stone & Nancy Botwin

Que temporada maravilhosa essa de Dexter, hein? Eu tinha amado a primeira e mesmo assim demorei pra começar a assistir essa segunda, nem sei bem por que, mas o que importa é que eu assisti e amei. Eu me perguntei, depois que acabei a Season 1, como os roteiristas iriam manter a história pelas próximas temporadas, achei que ia ficar repetitivo um outro psicopata assombrando os morados de Miami, bom, continuo achando que iria, se o psicopata em questão não fosse o próprio Dexter. É nisso que se baseia essa última temporada. Que além de uma história principal super interessante também mantém, muito bem, as storylines dos coadjuvantes deixando espaço pra todo mundo brilhar. Cada um tem o seu momento, uns mais do que outros, até devido a importância dos papeis, mas duvido que algum ator tenha saído insatisfeito com história do próprio personagem. Até os novos personagens entraram com tudo na história e fizeram bonito. A única coisa que eu achei que ficou devendo foi (abro um parênteses aqui pra informar que se você, caro leitor, ainda não assistiu essa temporada, corra imediatamente para o Link mais próximo e faça o seu pedido ao Paul, e aí sim vocês estarão permitidos a continuar a leitura) o desenvolvimento da história do The Dark Defender. Será que teremos algo nessa próxima Season? =D



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Desde que ‘descobri’ Eli Stone, fiquei com um pé atrás a respeito de começar ou não a assistir a série. Eu tenho uma certa tendência a gostar de dramas sobre advogados afinal minha paixão pela área jurídica me trouxe a onde estou hoje (4º semestre de Direito). Mas o fato de existir uma série com uma premissa não muito convencional (um advogado com um aneurisma no cérebro, que tem visões sobre o futuro e a partir daí decide a quais casos deve se dedicar, visões essas que não possuem hora conveniente para se ‘mostrar’ indo desde festas de noivados até salas de reuniões e passando pelo tribunal, durante julgamento, vale frisar) me deixou desconfiado a cerca da combinação proposta. Porém minha curiosidade falou mais alto e eu me permitir acompanhar essa carismática história, cheia de personagens atraentes, desenvolvida de uma forma louvável sem cair no bizarro ou até mesmo no exagero. A série possui um roteiro inteligente, casos interessantes e bem desenvolvidos além de uma ótima produção. Sem falar nos musicais, ah os musicais, não falei deles né? Bom, essa primeira temporada é toda inspirada em canções do George Michael, que inclusive faz algumas participações em alguns 3 ou 4 episódios. Mas enfim, não dá pra deixar de conferir, eu nem acredito que eu ainda pensei em não conferir. Ainda bem que a curiosidade falou mais alto.



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Nesse novo episódio de Weeds teve mais coisas que funcionaram pra mim e do que coisas que não. A relação (violenta de novo) da Nancy com o prefeito foi uma das melhores coisas nesse episódio, será que a Nancy vai virar a primeira dama de “whatever city”? A linha ‘drogada’ da Célia foi muito bom, embora eu ache que a Perkins sempre rende mais quando está contracenando com alguém do elenco fixo, devo concordar que nesse episodio ela não faz feio sozinha (não que ela já tenha feito feio alguma vez, claro, só acho que a química dela com o elenco deve ser mais aproveitada). O serviço de coiote do Andy e do Doug começou interessante, sem receberem o pagamento, desse jeito vai longe hein? =D E o Shane sem aquelas fantasias incestuosas, Shane e a Isabelle sempre renderam boas cenas juntos e fiquei feliz com o resultado desse episódio para os personagens deles. O que não está funcionando pra mim at all é aquele romance do Silas com a Lisa, só espero que apareça algum de interessante pra dar mais movimento ao persongem do Silas, que pesando bem, nunca foi grandes coisas na série. Ainda assim não comprometeu o bom resultado do episódio.

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