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4 de julho de 2009
Rapidinhas #1 | Séries
Tenho uma paixão especial por essa série, por ser a primeira que eu 'descobri' sozinho (já que até então todas que eu assistia na época era indicação de alguém) e ainda viciei alguns amigos nela. Nessa 3ª temporada tivemos várias reviravoltas na trama, como de costume, seja envolvendo membros da própria família Walker, ou agregados da família (o que não falta, btw), ou até mesmo a empresa da família que nessa temporada teve uma atenção especial tanto envolvendo a Sara quanto o Tommy e além de tudo isso, como não podia deixar de ser, fomos presenteados, no decorrer da temporada com muitas das cenas típicas dos Walkers: as reuniões em família, que sempre acaba em briga e eu adoro! E já que falei no Tommy, vale apena tocar no assunto, creio que ele seja um dos personagens mais odiados da série e acredito que a possível saída dele até alegrou alguns fãs, inclusive eu, mas já nem sei mais se isso vai rolar ou não soube que ele volta para 4ª temporada, é esperar pra ver. O Kevin segue sendo meu personagem preferido, a interação dele com qualquer um dos outros personagens rede boas cenas, mas como toda regra tem sua exceção, odeio quando a cena é entre ele e o Tommy, boring! Mas enfim, o que importa mesmo é que a temporadas foi excelente, lógico que sempre rola um episódio mais fraco aqui e outro ali, mas no geral essa foi pra mim melhor que a segunda, só perdendo para a primeira. E já estou com saudade.
A descoberta dessa série foi uma maravilha também, quando eu comecei a assistir já tinha rolado 2 temporadas completas e a 3ª temporada já estava em andamento. Achei a primeira temporada excelente, fiquei viciado logo de cara e quando assisti a segunda e a terceira vi que a coisa era mais genial do que eu pensava. Mas acho que tanto hype em cima da série não fez muito bem, já que essa 4ª temporada teve sua qualidade comprometida ficando repetitiva e arrastada e isso graças inclusive ao plot principal da série, a história sobre que é a mãe dos filhos de Ted. Não sei se foi impressão minha, mas senti que o Barney foi nessa temporada mais coadjuvante do que nunca, mas ainda assim o Neil Patrick Harris dominou a temporada. A Lily que é pra mim a melhor personagem depois do Barney, apareceu bem pouco do meio para o final, devido a gravidez da atriz, mas voltou para gravar o último episódio que por sinal foi bem qualquer coisa. Não teve nada demais. Ted é pra mim o personagem mais chato e, como eu já falei, aqui no blog, o lenga-lenga do com a Stella era uma das coisas mais chatas ever. Mas enfim, no geral a história principal desenvolveu pouco mas tivemos várias novas informações a respeito dos personagens além de muita história sem-noção ponto que a série sabe trabalhar bem e que também já é de praxe. Continua divertida mas só achei a renovação merecida pelo simples e único motivo de terminar o que começou, já que não foi dessa vez que ficamos sabendo como o Ted conheceu a mãe dos filhos dele.
Vi muita gente falando não tão bem dessa temporada de Gossip Girl e até falando mal mesmo, mas eu particularmente gostei. A série manteve o nível da temporada anterior, e até superou em alguns episódios, continuou com tudo o que teve de bom na 1ª temporada, festas, fofocas, intrigas, manipulação, mais fofocas, novidades e mais intrigas. Mas infelizmente ainda fez render no lenga-lenga entre o Dan e a Serena, para não perder o costume. Deixou o Nate com ares de 'garanhão' e o o Chuck com ares de garoto apaixonado mas que não dá o braço a torcer, o que não colou. Mas a Blair tendo seus momentos de lucidez, apesar de poucos, deu um tom de realidade à vida tumultuada da adolescente. O caso dela com a realeza podia ter rendido mais, mas tudo bem, o caso da Serena com o pseudo-vigarista foi clichê, mas quem se importa a série é guilty pleasure total, então a gente releva certas coisas. A 'Little J' continua mal aproveitada na série e a Lily e o Rufus tiveram um aproveitamento desnecessário. Sinceramente prefiro uma coisa focada nos adolescente, mais puxada para o lado de Skins, do que uma coisa envolvendo família, tipo OC (RIP), mas que eu adorava btw. Mas enfim, apesar dos pesares eu achei que a série teve sim uma temporada interessante e a volta de personagens como a Georgina é sempre válido. Dá um gás extra na trama o que só ajuda. xoxo. GG.
Essa eu posso dizer que é uma das melhores séries de comédia do momento, para mim. Já tinha esse título na 1ª temporada e voltou com tudo 2ª temporada conseguindo manter o título e até superar no grau de genialidade. Uma das poucas séries que ainda consegue desenvolver bem todos os personagens e até os recorrentes, que entram e saem sempre por bons motivos, e o melhor tudo de forma MUITO engraçada. Sheldon como sempre roubou todas as cenas possíveis, desde o primeiro episódio, com a cena dele dopado, até o final da temporada conseguiram mantê-lo em um nível que personagem nenhum da série chegará, me arrisco a dizer isso sem medo. Todas as 'nerdices' e problemas no relacionamento entre os nerds e as 'pessoas comuns' estava ali, inclusive o que foi a a cena do primeiro abraço "sincero e não forçado" do Sheldon no episódio de Natal, impagável!!! Assim como foi bem legal também ver a Penny num momento de 'nerdice aguda' viciada em um jogo de RPG, eu acho, graças a eles, óbvio. Leonard, Wolowitz e Koothrappali também se mantiveram num bom nível apesar de sempre abaixo dos outros dois (Sheldon e Penny), pra mim. Mérito para os criadores e roteiristas da série que fazer um excelente trabalho. Aliás, espero que nessa temporada de premiações a série tenha o reconhecimento merecido! Por que merece e não é pouco!
Depois de duas excelentes temporadas, a série voltou cheia de participações especiais para a tão aguardada 3ª temporada. Megan Mullally, Oprah, Jennifer Aniston, Steve Martin, Selma Hayek, enfim, um batalhão de famosos que brigavam pra aparecer na série. E esse número de participações não parou por aí, aumentou consideravelmente ainda no episódio final com a genial música da campanha para conseguir um rim para o o pai do Jack, com Cyndi Lauper, Norah Jones, Wyclef Jean, Mary J. Blige, Sara Bareilles, Rachael Yamagata e Adam Levine, apenas alguns dos nomes desse episódio. Mas enfim, falando da temporada em si, é só elogios. A série contou com ótimos episódios, graças ao trabalho em equipe espetacular, um roteiro bem escrito, com a dose certa de humor, um humor ácido e crítico ao mesmo tempo que de muito bom gosto, aliado a uma direção competente e uma equipe de atores que sempre fazem bonito em cena. A Fey continua fazendo um grande trabalho não só atuando como escrevendo também, os personagens continuam bem aproveitados, ganhando um desenvolvimento satisfatório para a trama, e o mais legal é ver que a série está chegando na sua 4ª temporada e com um excelente pique. É continuar com o bom trabalho que a série está no caminho certo, e a quantidade de prêmios que já ganhou e ainda vai ganhar estão aí pra não me deixar mentir!
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A descoberta dessa série foi uma maravilha também, quando eu comecei a assistir já tinha rolado 2 temporadas completas e a 3ª temporada já estava em andamento. Achei a primeira temporada excelente, fiquei viciado logo de cara e quando assisti a segunda e a terceira vi que a coisa era mais genial do que eu pensava. Mas acho que tanto hype em cima da série não fez muito bem, já que essa 4ª temporada teve sua qualidade comprometida ficando repetitiva e arrastada e isso graças inclusive ao plot principal da série, a história sobre que é a mãe dos filhos de Ted. Não sei se foi impressão minha, mas senti que o Barney foi nessa temporada mais coadjuvante do que nunca, mas ainda assim o Neil Patrick Harris dominou a temporada. A Lily que é pra mim a melhor personagem depois do Barney, apareceu bem pouco do meio para o final, devido a gravidez da atriz, mas voltou para gravar o último episódio que por sinal foi bem qualquer coisa. Não teve nada demais. Ted é pra mim o personagem mais chato e, como eu já falei, aqui no blog, o lenga-lenga do com a Stella era uma das coisas mais chatas ever. Mas enfim, no geral a história principal desenvolveu pouco mas tivemos várias novas informações a respeito dos personagens além de muita história sem-noção ponto que a série sabe trabalhar bem e que também já é de praxe. Continua divertida mas só achei a renovação merecida pelo simples e único motivo de terminar o que começou, já que não foi dessa vez que ficamos sabendo como o Ted conheceu a mãe dos filhos dele.
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Vi muita gente falando não tão bem dessa temporada de Gossip Girl e até falando mal mesmo, mas eu particularmente gostei. A série manteve o nível da temporada anterior, e até superou em alguns episódios, continuou com tudo o que teve de bom na 1ª temporada, festas, fofocas, intrigas, manipulação, mais fofocas, novidades e mais intrigas. Mas infelizmente ainda fez render no lenga-lenga entre o Dan e a Serena, para não perder o costume. Deixou o Nate com ares de 'garanhão' e o o Chuck com ares de garoto apaixonado mas que não dá o braço a torcer, o que não colou. Mas a Blair tendo seus momentos de lucidez, apesar de poucos, deu um tom de realidade à vida tumultuada da adolescente. O caso dela com a realeza podia ter rendido mais, mas tudo bem, o caso da Serena com o pseudo-vigarista foi clichê, mas quem se importa a série é guilty pleasure total, então a gente releva certas coisas. A 'Little J' continua mal aproveitada na série e a Lily e o Rufus tiveram um aproveitamento desnecessário. Sinceramente prefiro uma coisa focada nos adolescente, mais puxada para o lado de Skins, do que uma coisa envolvendo família, tipo OC (RIP), mas que eu adorava btw. Mas enfim, apesar dos pesares eu achei que a série teve sim uma temporada interessante e a volta de personagens como a Georgina é sempre válido. Dá um gás extra na trama o que só ajuda. xoxo. GG.
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Essa eu posso dizer que é uma das melhores séries de comédia do momento, para mim. Já tinha esse título na 1ª temporada e voltou com tudo 2ª temporada conseguindo manter o título e até superar no grau de genialidade. Uma das poucas séries que ainda consegue desenvolver bem todos os personagens e até os recorrentes, que entram e saem sempre por bons motivos, e o melhor tudo de forma MUITO engraçada. Sheldon como sempre roubou todas as cenas possíveis, desde o primeiro episódio, com a cena dele dopado, até o final da temporada conseguiram mantê-lo em um nível que personagem nenhum da série chegará, me arrisco a dizer isso sem medo. Todas as 'nerdices' e problemas no relacionamento entre os nerds e as 'pessoas comuns' estava ali, inclusive o que foi a a cena do primeiro abraço "sincero e não forçado" do Sheldon no episódio de Natal, impagável!!! Assim como foi bem legal também ver a Penny num momento de 'nerdice aguda' viciada em um jogo de RPG, eu acho, graças a eles, óbvio. Leonard, Wolowitz e Koothrappali também se mantiveram num bom nível apesar de sempre abaixo dos outros dois (Sheldon e Penny), pra mim. Mérito para os criadores e roteiristas da série que fazer um excelente trabalho. Aliás, espero que nessa temporada de premiações a série tenha o reconhecimento merecido! Por que merece e não é pouco!
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Depois de duas excelentes temporadas, a série voltou cheia de participações especiais para a tão aguardada 3ª temporada. Megan Mullally, Oprah, Jennifer Aniston, Steve Martin, Selma Hayek, enfim, um batalhão de famosos que brigavam pra aparecer na série. E esse número de participações não parou por aí, aumentou consideravelmente ainda no episódio final com a genial música da campanha para conseguir um rim para o o pai do Jack, com Cyndi Lauper, Norah Jones, Wyclef Jean, Mary J. Blige, Sara Bareilles, Rachael Yamagata e Adam Levine, apenas alguns dos nomes desse episódio. Mas enfim, falando da temporada em si, é só elogios. A série contou com ótimos episódios, graças ao trabalho em equipe espetacular, um roteiro bem escrito, com a dose certa de humor, um humor ácido e crítico ao mesmo tempo que de muito bom gosto, aliado a uma direção competente e uma equipe de atores que sempre fazem bonito em cena. A Fey continua fazendo um grande trabalho não só atuando como escrevendo também, os personagens continuam bem aproveitados, ganhando um desenvolvimento satisfatório para a trama, e o mais legal é ver que a série está chegando na sua 4ª temporada e com um excelente pique. É continuar com o bom trabalho que a série está no caminho certo, e a quantidade de prêmios que já ganhou e ainda vai ganhar estão aí pra não me deixar mentir!
7 de outubro de 2008
Season Premieres #4
Brothers & Sisters [S03E01 - Glass House]: Na última temporada tivemos algumas reviravoltas nos dramas dessa família tão simpática. Depois de duas temporadas achando que já sabíamos tudo sobre as 'travessuras' do William Walker, descobrimos que não sabemos da missa a metade! E esse primeiro episódio deu umas pinceladas no que está para acontecer. E além disso, a evolução dos problemas enfretados na empresa acabam por prejudicar até quem não está diretamente ligada a ela, ou melhor, principalmente quem não está diretamente ligada a ela: o Kevin, que depois de quase ser promovido a sócio da empresa em que trabalha, descobre que perdeu a conta que o pôs nessa posição em primeiro lugar, a Ojai Food e ainda deu um mega prejuízo ao chefe que emprestou a mega casa de praia dele para o Kevin que sem querer acaba levando sua modesta família para um final de semana tranquilo e sem , cof cof brigas cof cof, até perece né?! Pois é, não demora para o estadia deles na casa se transformar numa daquelas famosas reuniões dos Walkers, aquela que eles sabem fazer de melhor. Ah, que saudade que eu tava!*****
Californication [S02E01 - Slip of the Tongue]: Vi a primeira temporada da série faz pouco tempo e já emendei a segunda que apesar de já ter vazado há algumas semanas, só começou oficialmente no domingo anterior ao da eleição. Várias situações engraçadas foram exploradas na primeira temporada que acompanhou o drama do Hank que sofre com uma crise de criatividade e desde que mudou de NY para L.A. não consegue escrever um material novo. Acaba se aventurando em um blog de uma empresa cujo dono, o Bill, é o atual futuro marido da ex-companheira dele, a Karen, com que ele tem uma filha, a Becca. No final dessa temporada uma surpresa e nesse Season Premiere mais do que tudo, assistimos o desenrolar dessa surpresa. Porém com uma dose de imprevistos, sexos e algumas exigências, como por exemplo uma específica cirurgia. Por enquanto não teve pra mim o mesmo nivel que a série manteve na season passada, mas ainda assim foi um bom episódio.*****
Heroes: Sofri um pouco para consegui acabar o season premiere de Heroes, hein! Achei a primeira parte, The Second Coming, chatíssima e já fiquei desanimado para começar a segunda parte, The Butterfly Effect. Depois daquela segunda temporada terrível e vários bons comentários sobre essa temporada fiquei absolutamente frustrado quando vi, tipo, o Mohinder pagando de gostosão e pegador, ou tipo mais uma dose de vamos salvar o mundo. Não era pra ser uma temporada dos vilões?! Bom, sei que mesmo apesar de não ter gostado já vi a terceira parte, One of Us, One of Them, e posso garantir que ainda não melhora. Coisinha chata aquele lenga-lenga da Claire querendo 'ajudar' as pessoas, aquele bunda-mole-sem-poder a.k.a. Ando, tentando se mostrar mais prestativo para a narrativa, com uma história muito sem graça, a trama merda do Parkman na África com um 'herói 'meia boca e ainda por cima com um poder repetido e que pelo que eu entendi é quase um i-doser, você escuta com um fone alguma coisa e voialá, você consegue, pasmem, pintar o futuro, tipo inédito! Fala sério, hein!?*****
How I Met Your Mother: Uma das melhores séries de comédia, pra mim, voltou em grande estilo. Em Do I Know You?, acompanhamos o drama do Barney ao falar para a Lily sobre a sua paixão pela Robin, o Neil Patrick Harris apesar de perfeito no papel, não me fez duvidar do merecido emmy do Piven, mas enfim, o páreo é apertadíssimo! Não gostei de uma coisa nessa premiere, o lenga-lenga do Ted com a Stella, acho que já deu, não? Em The Best Burger in New York, os roteiristas resolveram dar um tempo no desenvolvimento dos personagens e focar numa história meio sem-noção mas que ficou muito engraçada! Seguindo a onda de curtas, que criei aqui no blog, esse episódio combinaria perfeitamente com esse gênero, narrando a história da busca pelo melhor hamburger que o Marshall já comeu em NY. Muito bom, o episódio, apesar de ter deixado a história estagnada.*****
The Big Bang Theory: Mais uma das melhores séries de comédia, para mim, voltou com tudo nessa nova temporada. Em The Bad Fish Paradigm, tivemos uma breve separação do Leonard e do Sheldon, por que este não conseguia guardar daquele um segredo a respeito da Penny. Motivo para o Jim Parsons brilhar numa atuação engraçadíssima com direito até a um Sheldon dopado!! HILÁRIO! E em The Codpiece Topology Leonard resolve sair do 1xo para Penny e arranjar uma namorada, sabe quem? A arquiinimiga do melhor amigo dele, claro!! E mais pontos para o Sheldon, (Parson) que está disposto a deixar sua marca na história da série. Mais situações hilárias garantidas!*****
Secret Diary of a Call Girl: Como os ingleses sabem fazer série boas hein? Temporadas sempre curtinhas, mas sempre MUITO bacana. Skins, Extras, Life on Mars, que eu não vi mas todo mundo fala bem, The Office que até rolou versão dos EUA e está no ar ainda, e mais recente No Heroics, que comentarei numa outra oportunidade. Secret Diary não segue uma linha diferente, com um humor discreto, a série conta a história de uma prostituta de luxo que nos trata como um diário mesmo, tipo conversando com a câmera e tudo, como se tivesse falando com o diário. A série já está na segunda temporada que promete oito episódios, dos quais 5 já foram exibidos, vi 4 até agora. Mas garanto que é viciante, eu pelo menos me envolvi mesmo com a Belle e seus casos promíscuos e a Hannah e sua vidinha 'quase-normal' tirando o fato de ser prostituta e ninguém do seu convívio social saber! Aliás, o grande contato com o social dela é um único melhor amigo que ela tem, um ex-namorado que agora está noivo de uma outra pessoa. Na season 2 o círculo de amizades aumenta incluíndo um possível romance, até agora a série mantém o ótimo nível da temporada passada e agrada em todos os sentido!28 de agosto de 2008
Geeks & Weeds
Criada por Patrick Sean Smith, Greek, retrata a vida social das universidades americanas e as tradicionais fraternidades, baseadas nas organizações sociais gregas. Considerada um "dramédia", a série traz no papel central o jovem Rusty Cartwright, interpretado por Jacob Zachar, que se torna calouro da fictícia Universidade de Cyprus-Rhodes. Ansioso para fazer parte de alguma fraternidade, Rusty busca ajuda de sua irmã mais velha, Casey (Spencer Grammer), a popular integrante da irmandade Zeta Beta Zeta (ZBZ). Ao lado de outros calouros, Rusty passa por testes inusitados para ser aceito nos grupos já existentes na faculdade. Até ser escolhido pela Kappa Tau Gamma, a ovelha negra das fraternidades presidida por Cappie (Scott Michael Foster), ex-namorado de sua irmã. A partir de então, Rusty tenta criar uma nova identidade, bem diferente do que ele já foi no passado. A série estreou nos Estados Unidos em setembro de 2007 e exibida pela rede americana ABC Family, "Greek" terminou sua primeira temporada sendo a série original mais assistida entre adultos entre 18 e 34 anos. Confesso que não achei a série essa última garrafa d'agua do deserto, mas ela tem seu charme. É muito interessante acompanhar mais de perto todo aquele clima de fraternidades, comum nos EUA. Não é nada essencial, é até bem esquecível. Boa para assistir quando der, sem muito compromisso. E by the way, Greek já está de volta com a 2ª temporada que começou essa última terça-feira , dia 26 nos EUA.*****
Criada por Chuck Lorre, criador de Two And A Half Men, The Big Bang Theory trata-se de um um sitcom sobre a vida de dois brilhantes físicos que vivem juntos, são nerds e tem problemas de relacionamentos pessoais. Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon (Jim Parsons) são dois brilhantes físicos que vivem juntos, são nerds e tem problemas de relacionamentos pessoais, principalmente com mulheres. Tudo isso começa a mudar quando uma jovem bela e liberal chamada Penny (Kaley Cuoco) se muda para o apartamento ao lado. Sheldon, contenta-se a passar as noites jogando com seus amigos socialmente disfuncionais, os cientistas Wolowitz (Simon Helberg) e Koothrappali (Kunal Nayyar). Leonard vê em Penny todo um novo universo de possibilidades, incluindo o amor. Essa sim é essencial. A série é engraçadíssima, tem um humor muito inteligente, (inteligente até demais as vezes, não entendo praticamente nenhuma piadinha nerd do Sheldon, é nerdice demais pra uma pessoa só! rsrs) mas é ao mesmo tempo muito acessível, claro, não dava pra ficar o tempo todo só falando de física quântica, ia assustar a audiência. Enfim, é uma série muito gostosinha de assistir, curtinha e bastante agradável. Recomendo sem moderação. The Big Bang Theory volta para a 2ª temporada a partir do dia 22 de setembro, corra que ainda dá tempo de por em dia. =D *****
Galera, que que está acontecendo com Weeds, hein? Vamos combinar que essa temporada está fraquíssima, neh? Esse episódio 10, , foi pra mim, de longe, o pior de todos. Dentre os outros tiveram muitos que eu achei bem fraco, mas sempre rolava uma cena bem memorável. E Esse que foi que teve de memorável mesmo... não lembro! Sinceramente, produtores, vamos tentar recuperar aquela série super bacana que Weeds foi um dia neh? A Celia, drogada já está enchendo o saco, ela era a 'caretona' da série e agora está entregue assim desse jeito. O Shane era bem fodinha também e o máximo que ele consegue agora é masturbação incestuosa e ménage à trois sem graça com umas coleguinhas da escola. O Silas agora deu pra ficar de babá, a Nancy está ficando louca e o Andy e o Douglas são tão incompetentes que nem com tudo mundo do lado deles, eles conseguiram se manter como coyotes! Broxante.*****
E PARABÉNS PRA MIM, PORRA!! Estou ficando mais velho, hoje, mas ainda estou bem jovem, 21 anos e muitas conquistas me aguardam. Muita coisa pra fazer, trabalho, estudos, festas, enfim. Muito a se falar, a se pensar. Anseios e vontades. E minha vida está só começando. =D
Abraços. Até a próxima.
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