2 de dezembro de 2008
Season Premieres #9
Desperate Housewives: As donas de casa mais desesperadas da vizinhança voltaram para sua 5ª e antepenúltima temporada completamente diferentes em todos os sentidos possíveis. Continuando do gancho deixado pelo finale da 4ª – um avanço no tempo de 5 anos: Gabrielle está “cheinha” e desleixada, com duas filhas tão “cheias” quanto a mãe ou mais; Bee está superfamosa, lançando um livro de culinária, levando todos os frutos de sua parceria com Katherine (o que não deixa a segunda exatamente feliz, obvio); Lynette tem que lidar com o crescimento de todos os seus filhos, mas principalmente os gêmeos que, adolescentes, só pioraram os problemas que causam à mãe; e Susan, como mostrado, sem Mike e de caso novo. E, pra completar o circo e preencher a quota racial de mistérios tenebrosos que assombram Wisteria Lane TODA temporada, Eddie está casada com um homem que só a primeira vista já dá pra sacar que é louco. O andamento da temporada tem sido um pouco morno, mas as cenas de Felicity, pra variar, são prêmios prêmios e prêmios. A história de Gaby também fica interessante para o meio da temporada, com a entrada da ricaça Virginia que quer comprar – literalmente – a família Solis para si. De quebra, ela é interpretada pela excepcional Frances Conroy, a matriarca de Six Feet Under, mostrando que é tão brilhante na comédia quanto no drama. Por esses motivos – Frances em especial – vale continuar acompanhando
Ugly Betty: Betty volta e com ela alguns dos coadjuvantes mais hilários da tv atual Marc e Amanda – perdendo somente para Barney e Sheldon, de HIMYM e TBBT, respectivamente. Betty chega de viagem cheia de novas idéias e sem nenhum amor, pois recusara tanto o mexicano quanto o contador que a disputavam na segunda temporada. Mudanças também virão pela metade da temporada, prometendo dar uma mexida na trama que já parecia estar ficando um pouco desgastada: Alexis sai da serie e Daniel e Willie viram co-editores da Mode. Entra um possível novo amor para Willie – um contador de sotaque britânico, que é noivo de uma professora de ginásio mas que deixa a vilã doidinha, Betty passa a morar sozinha, e com um vizinho cantor pelo qual ela cai de amores, obviamente. E, mais pra frente, Betty passa a ter uma roomate: Amanda! Belas mexidas, ainda com outras que estão por vir – inclusive mais tempo de cena para outra dupla que promete cenas hilarias, Betty e Marc. Além disso, Justin ganha um novo amigo e isso vai mexer com as estruturas dos dois, mas de maneira muito sutil. Na medida certa, a partir da metade desta nova temporada, os autores mudaram a trama pra melhor: aumentaram as participações de quem importa, os coadjuvantes. Até mesmo a participação de Lindsay Lohan é legal, como uma BITCH a la mean girls. Way to go UB!
Dexter: Muitos dizem que esta é a temporada mais fraca da serie, e eu posso ate concordar que ela estava morna no começo, mas mesmo assim, longe de ser fraca. Continua excelente. Rita fica grávida... casório pela frente? Dexter quer o filho, mesmo sabendo do monstro que ele pode ser? Mais conflitos para a já perturbada cabeça do serial killer. Deb ganha a companhia de um novo parceiro, Quinn, e, de quebra, um informante, Anton, que vai mexer com a vida da policial, tanto profissionalmente quanto pessoalmente... Angel ganha uma nova possibilidade amorosa, na mais inusitada das situações: é pego em flagrante contratando uma garota de programa, que na verdade, era uma policial infiltrada!! E, por fim, mas mais marcante, o promotor de justiça Miguel Prado entra na história para mudar tudo. Ex-caso de "Laguerta-a-puta-de-miami-que-pega-geral", se aproxima de Dexter após a morte do irmão (pelo proprio Dexter, sem é obvio, saber disso no momento do assassianto), e passa a ser amigo intimo dele, dividindo partidas de golfe e tudo. Entretanto, mais a frente, a coisa parece ficar mais séria, quando Miguel descobre o segredo de Dexter e, como já dizia a promo da terceira temporada, o aprendiz vira o mestre. Mas, é claro, com isso vêem muitas responsabilidades e é aí que a coisa esquenta, já nos episódios finais, nos quais, mais uma vez, a identidade de Dexter entra em perigo.
Grey's Anatomy: Depois de uma temporada mais do que morna, retorna tentando voltar a velha forma de suas temporadas iniciais, mas atualmente, anda cheia de polemica. Vamos aos fatos: o SGH, que costumava ser o topo do ranking de saúde, cai pra 12º lugar e mudanças são exigidas; Os novos internos se rebelam por não serem propriamente ensinados e resolvem quebrar varias regras para.. hmm.. se tornarem auto didatas, por assim dizer. Izzie e Alex retomam o romance, mas mais pra frente, vemos a extremamente polêmica e controversa volta de Denny Duquette – o fantasminha tarado, que tem rendido cenas vergonhosas para Heighl – castigo por ter reclamado do roteiro? Hmm... Grey e Sheppard finalmente vão morar juntos – thank god... Chega um novo cirurgião para o hospital, um militar, que, por sua brutalidade, encanta Christina e rende cenas muito boas entre os dois. De mais interessante, Callie e Hahn dão continuação ao romance lésbico e a tentativa das duas de se entenderem rendem ótimas cenas de humor, por parte de Callie torres. E a cena em que Hahn se descobre realmente gay é brilhante e o discurso feito pela personagem é digno de Grey's primeira e segunda temporadas, com atuação fenomenal de Brooke Smith. E é aí que entra a polêmica: Brooke foi demitida e boatos rolam que tenha sido ordens superiores da emissora, insatisfeita por ter um casal gay com tanto destaque na serie. Em que século nos estamos mesmo? Enfim, além disso, entra na serie uma amiga de infância de Meredith – que seria lésbica, mas surpresa! não será mais -, para sacudir os internos do hospital com seu estilo rebelde e a amizade de Yang e Grey. Muitas e muitas mudanças, mas, por alguns motivos – meio “racistas” e “sobrenaturais”, por assim dizer - o hospital continua meio morno. Acorda Shonda!!!10 de agosto de 2008
Dexter Morgan, Eli Stone & Nancy Botwin
Que temporada maravilhosa essa de Dexter, hein? Eu tinha amado a primeira e mesmo assim demorei pra começar a assistir essa segunda, nem sei bem por que, mas o que importa é que eu assisti e amei. Eu me perguntei, depois que acabei a Season 1, como os roteiristas iriam manter a história pelas próximas temporadas, achei que ia ficar repetitivo um outro psicopata assombrando os morados de Miami, bom, continuo achando que iria, se o psicopata em questão não fosse o próprio Dexter. É nisso que se baseia essa última temporada. Que além de uma história principal super interessante também mantém, muito bem, as storylines dos coadjuvantes deixando espaço pra todo mundo brilhar. Cada um tem o seu momento, uns mais do que outros, até devido a importância dos papeis, mas duvido que algum ator tenha saído insatisfeito com história do próprio personagem. Até os novos personagens entraram com tudo na história e fizeram bonito. A única coisa que eu achei que ficou devendo foi (abro um parênteses aqui pra informar que se você, caro leitor, ainda não assistiu essa temporada, corra imediatamente para o Link mais próximo e faça o seu pedido ao Paul, e aí sim vocês estarão permitidos a continuar a leitura) o desenvolvimento da história do The Dark Defender. Será que teremos algo nessa próxima Season? =D*****
Desde que ‘descobri’ Eli Stone, fiquei com um pé atrás a respeito de começar ou não a assistir a série. Eu tenho uma certa tendência a gostar de dramas sobre advogados afinal minha paixão pela área jurídica me trouxe a onde estou hoje (4º semestre de Direito). Mas o fato de existir uma série com uma premissa não muito convencional (um advogado com um aneurisma no cérebro, que tem visões sobre o futuro e a partir daí decide a quais casos deve se dedicar, visões essas que não possuem hora conveniente para se ‘mostrar’ indo desde festas de noivados até salas de reuniões e passando pelo tribunal, durante julgamento, vale frisar) me deixou desconfiado a cerca da combinação proposta. Porém minha curiosidade falou mais alto e eu me permitir acompanhar essa carismática história, cheia de personagens atraentes, desenvolvida de uma forma louvável sem cair no bizarro ou até mesmo no exagero. A série possui um roteiro inteligente, casos interessantes e bem desenvolvidos além de uma ótima produção. Sem falar nos musicais, ah os musicais, não falei deles né? Bom, essa primeira temporada é toda inspirada em canções do George Michael, que inclusive faz algumas participações em alguns 3 ou 4 episódios. Mas enfim, não dá pra deixar de conferir, eu nem acredito que eu ainda pensei em não conferir. Ainda bem que a curiosidade falou mais alto.*****
Nesse novo episódio de Weeds teve mais coisas que funcionaram pra mim e do que coisas que não. A relação (violenta de novo) da Nancy com o prefeito foi uma das melhores coisas nesse episódio, será que a Nancy vai virar a primeira dama de “whatever city”? A linha ‘drogada’ da Célia foi muito bom, embora eu ache que a Perkins sempre rende mais quando está contracenando com alguém do elenco fixo, devo concordar que nesse episodio ela não faz feio sozinha (não que ela já tenha feito feio alguma vez, claro, só acho que a química dela com o elenco deve ser mais aproveitada). O serviço de coiote do Andy e do Doug começou interessante, sem receberem o pagamento, desse jeito vai longe hein? =D E o Shane sem aquelas fantasias incestuosas, Shane e a Isabelle sempre renderam boas cenas juntos e fiquei feliz com o resultado desse episódio para os personagens deles. O que não está funcionando pra mim at all é aquele romance do Silas com a Lisa, só espero que apareça algum de interessante pra dar mais movimento ao persongem do Silas, que pesando bem, nunca foi grandes coisas na série. Ainda assim não comprometeu o bom resultado do episódio.